Você está aqui: Página Inicial > Vice-Presidência > Vice-Presidente > Notícias > Notícias do Vice > 2015 > Vice-presidente Michel Temer quer ampliar relações comerciais com o Iraque

Notícia

Vice-presidente Michel Temer quer ampliar relações comerciais com o Iraque

por Ascom/VPR publicado: 02/06/2015 13h30 última modificação: 02/06/2015 13h30
Romério Cunha

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Iraque, Ibrahim al Jaafari, convidou nesta terça (2) o vice-presidente Michel Temer para visitar e conhecer os potenciais de investimentos em seu país. Ao receber o chanceler iraquiano em seu gabinete, o vice-presidente agradeceu o convite e sugeriu levar comitiva de empresários com o intuito de ampliar os investimentos brasileiros no Iraque.

“Não foram poucas as empresas brasileiras que já investiram no Iraque e queremos que esse processo continue, assim como estamos desejosos de investimentos do Iraque”, disse Temer. O vice-presidente disse ao chanceler iraquiano que o Brasil tem grandes programas de ampliação de toda a sua infraestrutura e também está de portas abertas para investimentos de empresas iraquianas.

Al Jaafari disse que o Iraque tem hoje grandes oportunidades de negócios principalmente na área petrolífera e será uma honra receber a comitiva brasileira. O chanceler ressaltou que, no mundo globalizado, a estabilidade econômica é muito importante para a estabilidade política e, por isso, seu país busca, nas relações com outros países, fortalecer as relações comerciais.

O vice-presidente disse a al Jaafari que sua visita incentiva a ampliação das relações culturais, políticas e comerciais entre Brasil e Iraque. Os dois países têm relações diplomáticas desde 1939, quando foi celebrado o primeiro convênio comercial mútuo.

O chanceler iraquiano disse a Temer que, parte de seus esforços diplomáticos, é convencer a outros países sobre o perigo representado pelo grupo Estado Islâmico e agradeceu o posicionamento do Estado brasileiro contra o terrorismo. Segundo al Jaafari, o combate ao terrorismo é internacional e não apenas um problema do Iraque e da região.