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China quer ampliar investimentos no Brasil

por ASCOM/VPR publicado: 07/11/2013 13h38 última modificação: 19/03/2014 12h52
Ascom/VPR Encontro vice-presidente Michel Temer com o Vice-presidente da China Li Yuanchao

Encontro vice-presidente Michel Temer com o Vice-presidente da China Li Yuanchao

A China tem interesse em financiar investimentos no Brasil na área de infraestrutura. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (7) em Pequim, durante a audiência do vice-presidente da República, Michel Temer, com o vice-presidente chinês, Li Yuanchao. “Para desenvolver a economia é necessário promover a indústria. O desenvolvimento da indústria requer infraestrutura, construindo ferrovias, rodovias e aeroportos”, disse o vice-líder chinês.

No encontro, que durou uma hora, o vice-presidente Michel Temer declarou que o Brasil tem interesse em investimentos. Ele ressaltou reforçou também o pedido para que a China volte a comprar carne bovina do Brasil, embargada por suspeita de contaminação com a doença da vaca louca e defendeu ainda a redução de barreiras entre os dois países. Li Yuanchao afirmou que os dois países deveriam usar “luz verde” nas relações, simbolizando livre acesso. “Acordamos que nós deveríamos retirar todos os eventuais entraves burocráticos, tanto do Brasil quanto da China, para incrementar essas relações comerciais, culturais, científicas que temos mantido ao longo do tempo. Segundo Yuanchao, nós teremos, com muita rapidez, solucionando o embargo da carne bovina”, relatou.

Michel Temer também foi recebido pelo presidente da China, Xi Jinping. No encontro, Temer reiterou o convite da presidenta Dilma Rousseff para que o líder chinês faça uma visita de Estado ao País no ano que vem, além de participar da reunião dos BRICs, ainda sem data definida.

O vice-presidente brasileiro chegou ao Grande Palácio do Povo, sede do governo chinês, ainda pela manhã. Ele foi recebido com honras militares. Durante a cerimônia de boas vindas, os hinos nacionais dos dois países foram executados pela banda das Forças Armadas. Os dois vice-presidentes passaram em revista as tropas chinesas.