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Presidente libanês pede a Michel Temer maior integração comercial com Brasil

Michel Sleiman pede maior presença de empresas públicas e privadas brasileiras no Líbano.
por Portal Planalto publicado: 13/12/2011 23h10 última modificação: 16/05/2012 16h23

O vice-presidente da República, Michel Temer, encontrou-se com o presidente libanês, Michel Sleiman, no Palácio Presidencial, em Beirute, e teve participação de parlamentares e empresários dos dois países. Pela parte dos libaneses, houve a demanda pelo incremento da participação de empresas brasileiras no país, e pediu a instalação de uma agência do Banco do Brasil na capital.

Antes do almoço oferecido pela Presidência do Líbano, o presidente, Michel Sleiman, enfatizou os laços históricos que unem os dois países. E relembrou a visita que fez ao País em abril de 2010. Michel Temer afirmou que há muito espaço para que as relações comerciais entre os dois países cresça. “Nos últimos oito anos, a corrente de comércio entre os dois países aumentou em quatro vezes. Hoje, nossos povos contabilizam cerca de US$ 230 milhões em trocas comerciais. É um montante expressivo, mas muito aquém do potencial de nossos países. O Brasil é apenas o 20º da lista de países destinatários das exportações do Líbano; dentre a origem das importações libanesas, somos o 46º. Temos o dever de, juntos, assumirmos o compromisso de refletir, no campo econômico, a excelência das relações que mantemos nas outras searas”, disse o vice-presidente.

Depois, Michel Temer reuniu-se com o presidente do Parlamento Libanês, Nabih Berry. Na ocasião, foi feita a demanda sobre a exploração de petróleo e gás em áreas inexploradas do Líbano pela Petrobrás. Berry lamentou os números do comércio entre os dois países. “Tenho vergonha de falar da relação comercial entre Brasil e Líbano. O tamanho das nossas economias não permite um comércio tão pequeno.” Segundo ele, o Brasil compra US$ 10 milhões do Líbano e vende R$ 200 milhões. O presidente do Parlamento lembrou que o país comanda a entrada de produtos, não apenas para o Oriente Médio, mas para toda África. Elogiou a iniciativa do vice-presidente brasileiro de levar uma comitiva de empresários para a reunião.

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Assunto(s): Governo federal