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Notícia

Programa Requalifica UBS inaugura unidade básica de saúde no RJ

Atenção básica

Ao todo, Ministério da Saúde já destinou R$ 5,6 bilhões para construção e ampliação de 26 mil Unidades Básicas de Saúde em mais de 5 mil cidades brasileiras
por Portal Planalto publicado: 25/05/2015 19h46 última modificação: 27/08/2015 16h51
Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde Ministro da Saúde, Arthur Chioro, visita obras da unidade básica de saúde de Capuava, em Mauá (SP), na última sexta (22)

Ministro da Saúde, Arthur Chioro, visita obras da unidade básica de saúde de Capuava, em Mauá (SP), na última sexta (22)

Nesta segunda-feira (25), o ministro da Saúde, Arthur Chioro, inaugurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) Arrozal Dr. Ronaldo Moreira de Castro, em Piraí, sul fluminense. Após passar por reforma e ampliação, com R$ 215,2 mil garantidos pelo Programa Requalifica Unidade Básica de Saúde (UBS) do governo federal, a UBS garantirá o atendimento de aproximadamente seis mil pessoas.

Com uma área construída de 614,53 m², o prédio passou por reformas para melhorar também a acessibilidade e a manutenção geral interna.  Além de melhorias na estrutura, a unidade ganhou três equipes de saúde da família.

A ampliação da unidade vai garantir o acesso da população a atendimentos de clínica médica, pediatria, ginecologia, odontologia, além de espaços de convivência para atividades de promoção da saúde. Os usuários poderão ser atendidos nos dois períodos, manhã e tarde, o que possibilitará o aumento da oferta.

Segundo o ministro da Saúde, o atendimento humanizado é o grande diferencial da Unidade no atendimento à população. “Vi nesta unidade de saúde que cada detalhe demonstra o carinho e o comprometimento da equipe, e o trabalho humanizado que está sendo feito aqui. Não adianta ter um prédio bem construído se não houver o comprometimento dos profissionais da unidade de saúde. Esta UBS será um modelo de busca na eficiência por um atendimento qualificado”, afirmou Arthur Chioro.

O município de Piraí (RJ) tem 13 Unidades Básica de Saúde em funcionamento, cobrindo 100% da população. Segundo informações do Ministério da Saúde, são 61 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), 13 Equipes de Saúde da Família (ESF) e 10 Equipes de Saúde Bucal (ESB) trabalhando para levar assistência médica de qualidade a quem precisa na região. A cidade deve contar ainda com repasses de R$ 2,8 milhões para duas propostas de construção, 11 de reformas e uma de ampliação de UBS.

Melhorias no acesso e qualidade da atenção básica

O Programa Requalificada Unidade Básica de Saúde, do governo federal, pretende melhorar as unidades de saúde já existentes e possibilitar a construção de novas unidades para ampliar o atendimento à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde já destinou R$ 5,6 bilhões para construção e ampliação de 26 mil Unidades Básicas de Saúde em mais de 5 mil cidades brasileiras. No Brasil, 40,6 mil unidades estão em funcionamento. Com atendimento à população que reside na área de abrangência da Unidade, o setor é responsável resolução de até 80% dos problemas de saúde e tem recebido prioridade nos investimentos do Governo Federal.

Atualmente, há 39.064 equipes de Saúde da Família, um crescimento de 135% quando comparado a 2002, quando foram registradas 16.698 equipes. Também houve crescimento expressivo no número de agentes comunitários de saúde (ACS), atualmente em 265.272, um aumento de 49% se comparado a 2002, quando foram registrados 175.463 agentes.

Já o percentual da população coberta pelas equipes de Saúde da Família aumentou 120%, passando de 54,9 milhões de pessoas em 2002 para 120,5 milhões em 2015. Também houve crescimento de 40,5% na cobertura feita pelos agentes comunitários de saúde, que saltou de 90,6 milhões de pessoas em 2002 para 128,5 milhões.

O governo federal também investe na transparência para reforçar o monitoramento e controle social das construções, reformas e ampliações de UBS. Com a criação do Sistema de Monitoramento de Obras (SISMOB), o Ministério da Saúde passou a disponibilizar as orientações mínimas necessárias à elaboração do projeto básico de arquitetura, visando a qualidade e padronização das obras. As orientações estão baseadas em normativas já vigentes de órgãos como Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Fonte:
Portal Planalto com informações do Ministério da Saúde e Blog da Saúde