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Novo programa Inglês sem Fronteira vai qualificar universitários para estudar no exterior

por Portal Planalto publicado: 18/12/2012 18h17 última modificação: 18/12/2012 18h17

Os estudantes de instituições de educação superior brasileiras aptos a participar do programa Ciência sem Fronteiras vão ser estimulados a melhorar a proficiência em língua inglesa. Para isso, o Ministério da Educação (MEC) lançou nesta terça-feira (18), o programa Inglês sem Fronteira, com diversas iniciativas que vão beneficiar 500 mil alunos em todo o país até 2014, primeira etapa do programa.

A portaria foi assinada pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao lado do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp. Mercadante destacou a importância de universalizar o ensino do inglês de qualidade nas universidades. “A partir das experiências pedagógicas, vamos ter como expandir”, afirmou. “Vamos começar com o Ciência sem Fronteiras, depois com a graduação e o ensino médio, até o momento em que conseguiremos chegar ao ensino fundamental”, disse.

Raupp acrescentou que a preparação em inglês é fundamental para o sucesso do programa Ciência sem Fronteiras. “Inglês é a língua universal da ciência”, destacou.

O Inglês sem Fronteiras abrangerá todos os níveis de proficiência, do mais básico ao mais avançado. Serão aplicados 500 mil exames do Test of English as a Foreign Language (Toefl), certificação reconhecida em todo o mundo, que servirá de diagnóstico. Os estudantes com melhores resultados receberão senhas para estudar a distância, por meio do Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC. Serão distribuídas 100 mil senhas. Outros dez mil alunos participarão de cursos presenciais.

Cartão-bolsista facilita vida do estudante no exterior

Na cerimônia de lançamento, no auditório do Ministério da Educação, também foram entregues os primeiros cartões-bolsista. Os cartões pré-pagos do Banco do Brasil atenderão, em um primeiro momento, 20 mil bolsistas do Ciência sem Fronteiras e dez mil estudantes de outros projetos da Capes e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O valor das bolsas, creditado diretamente na conta vinculada ao cartão, reduzirá os custos de operação e a taxa de conversão para os estudantes. “O cartão é uma aspiração antiga da Capes e do CNPq, ele dá segurança e facilita a vida dos estudantes no exterior”, afirmou o ministro.

Fonte: Portal Planalto e MEC

Assunto(s): Governo federal