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Brasil em Davos

“Invistam no Brasil e não se arrependerão”, diz Temer durante Fórum Econômico Mundial

publicado: 24/01/2018 09h48, última modificação: 26/02/2018 12h01
Em discurso durante reunião em Davos, na Suíça, o presidente ressaltou reformas que deram ao Brasil capacidade para participar ativamente do mercado internacional

 

Com um discurso dividido em cinco grandes pontos, o presidente da República, Michel Temer, destacou a recuperação da economia brasileira e as medidas tomadas pelo Governo do Brasil em um ano e nove meses para recolocar o País nos trilhos. "Invistam no Brasil e não se arrependerão”, afirmou. Confira os principais trechos:

Responsabilidade

“Ao lidar com a crise que herdamos, rejeitamos os falsos atalhos populistas. O populismo nos legará uma crise de origem fiscal”, disse. Uma das principais medidas foi o teto dos gastos públicos, aprovada para controlar a situação fiscal do País. “Apenas com as contas em ordem é que nós temos crescimento e emprego”, defendeu.

Diálogo

“Para construir a missão que nos cabe, é preciso saber ouvir, persuadir, agregar, sem intransigências”, afirmou. Para o presidente, apenas com diálogo e união entre os poderes e com a sociedade é possível superar obstáculos.

Eficiência

Desburocratização do serviço público, reforma do ensino médio e modernização trabalhista são exemplos de mudanças para tornar o Brasil um país melhor e mais contemporâneo. “As modalidades de trabalho típicas da realidade contemporânea passaram a ter previsão legal clara, protegendo os trabalhadores e dando segurança jurídica a empregadores”, analisou.

Racionalidade

"O investidor encontra, no Brasil de hoje, um País com arcabouço legal que se pauta pela realidade do mercado", disse Temer. Como exemplos, o presidente citou o modelo de concessões e privatizações de portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e linhas de transmissão, o fortalecimento das agências reguladoras e as regras para o setor de petróleo e gás.

Abertura

Para o presidente, o isolacionismo de alguns países deve ser combatido com mais integração. “Sabemos que o protecionismo não é a solução. Quando nos fechamos a nós mesmos, nós nos fechamos a novas tecnologias, a novas possibilidades, nos fechamos a soluções efetivas para problemas comuns”, afirmou. Acordos entre países do Mercosul, a aproximação com nações da Aliança do Pacífico e a adesão ao Acordo de Paris sobre o clima são exemplos da atuação ativa do Brasil no cenário mundial. 

Fonte: Planalto

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