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Cooperação

Após assembleia, Temer reúne membros da CPLP para debater política internacional

publicado: 19/09/2017 22h08, última modificação: 26/02/2018 12h28
Para primeiro-ministro português, encontro serviu como "ponto de controle" para ações diplomáticas. Secretária executiva defendeu atuação conjunta em questões externas
Após assembleia, Temer reúne membros da CPLP para debater política internacional

Presidente da República participou de reunião prévia da CPLP - Foto: Beto Barata/PR

Após a abertura da sessão de debates da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente da República, Michel Temer, reuniu nesta terça-feira (19) os nove países-membros da Comunidade dos Países de Língua-Portuguesa (CPLP) para debater a política internacional.

"Trocamos impressões, trocamos ideias", resumiu Temer. Uma nova rodada de conversas está prevista para esta quarta (20). O Brasil ocupa a presidência do grupo até setembro do ano que vem e inseriu nas discussões do bloco o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela ONU.

Ações estratégicas

De acordo com o primeiro-ministro português, António Luís Santos da Costa, as conversas serviram como "ponto de controle" das ações estratégicas da CPLP em setores como diplomacia para circulação de pessoas entre as nações e o cumprimento das medidas ambientais da Agenda 2030.

"Não pode ser apenas um processo de coordenação política, tem-se enraizar no dia a dia dos cidadãos, e nada melhor do que a liberdade de ciência, a validade dos títulos acadêmicos e a portabilidade dos direitos sociais para ajudar que cada um de nós se sinta parte da mesma comunidade", ressaltou.

Política externa

Para a secretária executiva da CPLP, Maria do Carmo Silveira, o grupo precisa agir como bloco de pressão além das integração e solidariedade entre os países-membros.

"A CPLP é hoje sobretudo um instrumento de política externa dos nossos países, é o palco onde os países de língua portuguesa podem conversar sobre as grandes questões da atualidade internacional", ponderou ao falar sobre políticas empresariais, para a juventude e de promoção da igualdade de gênero.

Fonte: Portal Planalto

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