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Economia

"O pior já passou", diz presidente da Amcham sobre a recessão no Brasil

publicado: 20/03/2017 09h20, última modificação: 26/02/2018 12h28
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Michel Temer participa nesta segunda (20) da posse do Conselho da Câmara Americana de Comércio, em São Paulo
"O pior da recessão já passou", diz presidente do conselho da Amcham

Presidente do Conselho Administrativo da Amcham, Hélio Magalhães. - Foto: Foto: Mário Miranda/Amcham

Presidente reeleito do Conselho de Administração da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), Hélio Magalhães entende como essenciais as reformas apresentadas pelo governo federal para a retomada da economia. Na visão de Magalhães, que também preside o Citibank, é unânime, entre os empresários, que o pior da recessão já ficou para trás. "É unanimidade entre os empresários que o pior já passou", afirmou.

Com a presença do presidente da República, Michel Temer, Magalhães foi empossado para um novo mandato nesta segunda-feira (20). A Amcham é a maior câmara americana de comércio fora dos Estados Unidos da América. Fundada no Brasil há 98 anos, a associação reúne cerca de 5 mil empresas, sendo 85% delas brasileiras, e está presente em 14 cidades do País.

Em entrevista ao Portal Planalto, Magalhães vê as reformas em execução pelo presidente Temer como essenciais para a volta dos investimentos, especialmente em um cenário de longo prazo. “Acho que o governo tem um plano correto, muito bem articulado, e esse plano que o Brasil precisa executar para que a gente volte a ter um crescimento contínuo e crescente”, avaliou.

Para Magalhães, não há dúvidas a aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, esperada para este semestre, vai provocar uma mudança significativa sob ponto de vista dos investidores. “Há 12 meses, o interesse no Brasil sob o ponto de vista dos negócios era muito pequeno. Existiam incertezas, não estava claro qual caminho o País ia tomar”, disse o executivo.

Hoje, segundo ele, as empresas que possuem potencial de investimento no País estão acompanhando de perto os rumos da economia brasileira. “Eu não tenho dúvida, na hora que as coisas começam a melhorar o otimismo vêm. Esse otimismo se transforma em confiança e essa confiança faz com que as empresas invistam”, concluiu.

Fonte: Portal Planalto

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