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Temer lamenta morte de dom Paulo Evaristo Arns

publicado: 14/12/2016 14h36, última modificação: 26/02/2018 12h08
Em nota, presidente destacou a trajetória do arcebispo emérito de São Paulo como defensor da liberdade e da democracia

O presidente da República, Michel Temer, lamentou, nesta quarta-feira (14), a morte do arcebispo emérito de São Paulo, cardeal dom Paulo Evaristo Arns. Em nota, Temer destacou a trajetória de Arns como defensor da liberdade e da democracia.

O cardeal tinha 95 anos, 71 anos de sacerdócio e 76 anos de vida franciscana. Ele era cardeal desde 1973 e foi arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.

O trabalho pastoral de Arns foi voltado principalmente aos habitantes da periferia, aos trabalhadores, à formação de comunidades eclesiais de base nos bairros e à defesa e promoção dos direitos humanos. O cardeal ainda é reconhecido pela atuação durante a ditadura, quando passou a defender seminaristas dominicanos presos por ajudarem militantes opositores.

Leia a íntegra da nota:

"Dom Paulo foi um defensor da liberdade e sempre teve como norte a construção de uma sociedade justa e igualitária. O Brasil perde um defensor da democracia e ganha para sempre mais um personagem que deixa lições para serem lembradas eternamente."

Michel Temer
Presidente da República
 

Fonte: Portal Planalto

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