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Modernização do Estado

O papel do governo é investir na eficiência, diz Temer sobre Plano Agro Mais

publicado: 24/08/2016 15h43, última modificação: 26/02/2018 12h28
Durante lançamento do programa, no Palácio, presidente determinou que ministros criem planos de desburocratização de suas pastas
O papel do governo é investir na eficiência, diz Temer sobre Plano Agro Mais

Presidente em exercício, Michel Temer, durante cerimônia de lançamento do Plano Agro+: medidas de desburocratização para implementar o agronegócio brasileiro - Foto: Foto: Beto Barata/PR

Em discurso durante o lançamento do Plano Agro Mais, voltado para o aumento de eficiência e a redução da burocracia no agronegócio brasileiro, o presidente em exercício, Michel Temer, disse, nesta quarta-feira (24) que, com o programa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento dará um passo importante para a modernização dos seus procedimentos.

“Há atividades quase centenárias que ainda vigem no Ministério. Estamos dando um passo importante. Vamos tirar recursos da ineficiência e investir na eficiência. Esse é o papel do governo”, afirmou Temer. Segundo dados apresentados na cerimônia de lançamento do Agro Mais, o plano pode gerar a economia de R$ 1 bilhão por ano para o setor.

O presidente disse, ainda, que o agronegócio representa a boa parte do PIB brasileiro e gera muitos empregos e, por isso, merece o apoio do governo para que o setor continue se desenvolvendo. “Para ter emprego é preciso que a agricultura funcione, [que] o agronegócio funcione, [que] a indústria funcione, [que] o setor de serviços funcione. Como é que você vai combater o desemprego se esses setores não estiverem aparelhados para fornecer emprego?”, indagou o presidente em exercício.

Temer pediu que os demais ministérios se espelhem no Plano Agro Mais e criem planos de desburocratização de suas pastas. “Eu acho que eu posso pedir a cada ministro que, examinando a sua área, veja como pode desburocratizar a administração pública. Você já começa evitando gastos para o poder público, não é preciso criar um novo órgão”.

Para o presidente em exercício, o papel do governo é “estimular o desenvolvimento e não criar embaraços”, concluiu.

 

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