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Abastecimento

Corte de despesas para subsídio do diesel não afetará ministérios

publicado: 01/06/2018 13h21, última modificação: 01/06/2018 15h14
Parte das despesas cortadas para ajudar na subvenção do diesel já não poderia ser usada pelos órgãos públicos
Corte de despesas para subsídio ao diesel não afetará ministérios

Para ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, abastecimento no Brasil caminha para a normalidade

Parte das despesas discricionárias cortadas para subsidiar o diesel mais barato já estava congelada e não seria usada pelos ministérios, afirmou nesta sexta-feira (1°) o secretário executivo do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Gleisson Rubin, em entrevista a jornalistas. “A maior parcela dos recursos necessários para integralização dessa subvenção econômica sairia da reserva de contingência”, explicou.

Para compensar os valores da subvenção, que vão garantir um desconto de R$ 0,46 por litro no diesel, o governo abriu crédito extraordinário de R$ 9,5 bilhões, vindos de uma reserva de contingência financeira do governo, de uma reserva de capitalização de empresas públicas e de cortes em despesas de ministérios.

Nas contas do secretário, R$ 1,214 bilhão em receitas discricionárias já estava congelado e, portanto, não afetará o funcionamento dos ministérios. Ele disse ainda que foi possível liberar cerca de R$ 2 bilhões para aumentar os limites de execução dos ministérios.

Normalização

Na avaliação do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o País já caminha para normalização do abastecimento. “Estamos caminhando rapidamente nessa direção, para a normalização”, disse. Segundo ele, as medidas negociadas com os caminhoneiros, a exemplo da isenção do pedágio sobre eixo suspenso, já estão em vigor. Padilha acrescentou que os novos preços aplicados sobre o diesel devem chegar às bombas na próxima segunda-feira (4).

Fonte: Planalto

Assunto(s): Economia e Finanças