Você está aqui: Página Inicial > Acompanhe o Planalto > Notícias > 2017 > 12 > Reforma da Previdência é essencial para municípios, diz presidente da CNM

Notícia

Reforma da Previdência é essencial para municípios, diz presidente da CNM

Economia

Segundo confederação, mudanças vão reduzir a contribuição dos municípios em 9,64%; com economia, recursos serão aplicados em áreas como saúde e educação
publicado: 13/12/2017 13h40 última modificação: 13/12/2017 21h06
Foto: Marcos Corrêa/PR Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, fez um apelo para que mais prefeitos apoiem a reforma

Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, fez um apelo para que mais prefeitos apoiem a reforma

Com a reforma da Previdência, os municípios brasileiros vão equilibrar suas contas e poderão investir mais em áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. A afirmação é do presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. Em evento no Palácio do Planalto, na manhã desta quarta-feira (13), Ziulkoski classificou a reforma como "essencial" e disse que ela é "uma obrigação como gestão pública".  

Segundo a CNM, as mudanças vão reduzir a contribuição dos municípios para a Previdência em 9,64%, em média. Um município cuja folha de pagamento mensal seja de R$ 5 milhões, por exemplo, terá uma economia em torno de R$ 500 mil por mês e R$ 6 milhões por ano. Por esse motivo, Paulo defende a reforma como "um dos pilares mais importantes da administração municipal".  

Ainda de acordo com a confederação, essa economia será suficiente para arcar com o 13º e 1/3 de férias de todos os servidores municipais e ainda restará recursos para serem aplicados em outras áreas. A CNM apoia a reforma desde a XX Marcha em Defesa dos Municípios, realizada em maio deste ano.

Na época, a decisão foi tomada em assembleia com a presença de mais de quatro mil gestores municipais. O presidente da confederação fez um apelo para que mais prefeitos apoiem a reforma. "É muito importante. Fale com seu deputado, com seu senador da importância de se apoiar a reforma da Previdência", disse. 

Fonte: Planalto