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Ministros reforçam atratividade de projetos do Programa de Parcerias de Investimentos

Brasil na ONU 2017

Em evento do Financial Times, ministros de infraestrutura ressaltaram regras mais claras e competitivas como principal potencial do programa
por Portal Planalto publicado: 20/09/2017 12h18 última modificação: 21/09/2017 17h16
Reprodução/Financial Times Ministros ressaltaram que ativos brasileiros são atraentes

Ministros ressaltaram que ativos brasileiros são atraentes

A uma plateia de empresários e investidores estrangeiros, ministros que integram o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) reforçaram a atratividade dos mais de 50 ativos brasileiros que integram o pacote de concessões e privatizações que estabelece regras e condições mais favoráveis a investimentos.

“Mudamos todo o ambiente regulatório dando prazos e garantindo a previsibilidade para que os investidores pudessem se organizar”, afirmou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, durante seminário Oportunidades de Investimento nos setores de Transportes, Energia, Petróleo e Gás, promovido pelo Financial Times, em Nova York (EUA). 

O ministro, ligado ao PPI desde a elaboração do programa, afirmou que o governo federal transformou “ideologia em aritmética”. Isto é, explicou, deixou as regras mais claras para atrair mais competitividade nos projetos em infraestrutura do País. “Nós conseguimos substituir a ideologia pela aritmética. Antigamente, queria se fixar a taxa de retorno [dos investidores], tarifas. Evidentemente é impossível fazer isso”, destacou.

Na visão dele, o programa vai cumprir com o seu objetivo, que é impulsionar a geração de empregos. “O objetivo não é basicamente contribuir com a solução da questão fiscal. O objetivo é gerar emprego, estimular o crescimento”, apontou. “O Brasil está vocacionado a crescer, e estamos preparados para esse crescimento. Não tenho dúvida que vamos vencer o maior desafio que é colocar não só o setor publico, mas a sociedade brasileira no século 21.”

Expectativas positivas

Para os ministros do Transporte, Portos e Aviação Civil, Mauricio Quintella, e de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, os recentes leilões na área de infraestrutura mostram que as concessões e privatizações do PPI têm uma trajetória de sucesso à frente.

"A gente sente e vê a confiança retomada: os investidores procurando conhecer em detalhes os projetos de infraestrutura que o Brasil oferece para concessão, [o País com] uma economia fortalecida, inflação controlada, câmbio equilibrado, PIB em crescimento. Tudo isso proporciona um ambiente de negócios favorável", afirmou Quintella. Ele também reforçou os empresários estrangeiros a credibilidade dos ativos brasileiros: “Brasil é País que tem tradição em cumprir contratos.”

Na avaliação de Coelho Filho, a parceria com o setor privado vai valorizar empresas brasileiras, como a Eletrobras – um dos principais projetos do PPI. “Livre das amarras do setor público, a empresa vai ser mais ágil, terá condições de competir com todos e vai, em poucos anos, se tornar uma das maiores empresas de energia do mundo”, disse.

Segundo estimativa do ministro, caso todas as rodadas de leilões de óleo e gás tenham vencedores, por exemplo, o País receberá injeção de R$ 850 bilhões, nos próximos 10 anos.

Fonte: Portal Planalto

Assunto(s): Economia