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Cooperação econômica, desenvolvimento e assinatura de atos marcam primeiro dia do Brics

Brasil no Brics

Grupo de países também abordou a crise da Coreia do Norte, terrorismo, tecnologia e desenvolvimento sustentável. Reunião acaba na terça-feira (5)
por Portal Planalto publicado: 04/09/2017 18h37 última modificação: 05/09/2017 14h29

Durante a 9ª Cúpula do Brics, em Xiamen, na China, os países integrantes do grupo debateram cooperação econômica, a crise da Coreia do Norte, terrorismo, tecnologia e desenvolvimento sustentável. O Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Para o presidente da República, Michel Temer, a área econômica é um dos setores mais favoráveis à atuação coordenada dos países membros. “A área econômica é espaço privilegiado para a atuação concertada do Brics. Nela, temos colhido excelentes resultados, que nos dão razão para fundado otimismo”, afirmou.

Na visão do presidente da Rússia, Vladimir Putin, as ações do grupo devem se voltar para o desenvolvimento econômico dos integrantes do Brics. "Vemos um bom impulso em desenvolver arranjo de reservas do Brics. Poderíamos ter acordo de remoção de satélites que não estão funcionando em órbita", disse Putin.

Relações comerciais

Michel Temer e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, discutiram a ampliação do Acordo de Comércio Preferencial (ACP) entre o Mercosul e a Índia. Em vigor desde junho de 2009, o ACP tem como objetivo ampliar a exportação e a importação entre os países do grupo e os asiáticos. Para o presidente brasileiro, os países do grupo são destinos vantajosos para produtos e investimentos.

Banco Brics

Temer também destacou a relevância do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o banco do Brics, que “consolida-se como instituição de reconhecida capacidade a serviço da expansão da infraestrutura, a serviço do crescimento”, enfatizou. Criada em 2014, a instituição apoia e impulsiona projetos de integrantes do grupo, sobretudo no setor de desenvolvimento sustentável.

“É preciso que o banco mantenha elevados padrões de governança e de transparência, como vem acontecendo. Isso é fundamental para que continuemos a ter, sempre, uma instituição sólida, que atenda às expectativas do Brics e do mundo”, afirmou Temer. O Brasil negocia a abertura de um escritório do banco em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Fonte: Portal Planalto