Você está aqui: Página Inicial > Acompanhe o Planalto > Notícias > 2017 > 08 > Temer aponta medidas como responsáveis por economia sólida e competitiva

Notícia

Temer aponta medidas como responsáveis por economia sólida e competitiva

Economia

Ao participar da abertura de conferência em São Paulo, presidente credita resultados ao diálogo com o Congresso e à busca da eficiência pelo governo
por Portal Planalto publicado: 16/08/2017 18h22 última modificação: 16/08/2017 18h41
Beto Barata/PR Presidente participou da abertura de conferência do Santander

Presidente participou da abertura de conferência do Santander

Implantadas a partir do início do governo, em maio do ano passado, a agenda de reformas é a principal responsável por colocar a economia brasileira nos trilhos. A afirmação é do presidente da República, Michel Temer, ao participar da 18ª Conferência Anual Santander Brasil, aberta nesta quarta-feira (16), em São Paulo.

No discurso, Temer destacou medidas já em vigor como o teto de gastos, a reforma do ensino médio, a modernização da legislação trabalhista, a autonomia das agências reguladoras, propostas para redução da burocracia  que gera resultados diretos na exportação  e a liberação do saldo das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“Essas medidas apontam sempre para uma mesma direção: uma economia sólida e competitiva. E volto a dizer, a de um governo que não cede ao populismo, mas persegue a eficiência”, destacou. "Tudo isso pautado por essa ideia-chave que nós temos do diálogo, um diálogo intenso com o Congresso Nacional, que nos permite o apoio do Congresso, e um diálogo com a sociedade", afirmou.

Além de recuperar a economia brasileira, a agenda de reformas traz o Brasil em definitivo para o século 21, deixando o Estado mais moderno. “Nós estamos diante da oportunidade de construir uma economia mais competitiva, um governo mais eficiente e um Brasil moderno e justo”, comentou.

Privilégios

Aliada ao diálogo com o Congresso Nacional e à sociedade vem a ousadia de apresentar propostas como a reforma da Previdência, que acaba com distorções do regime e atualmente está em tramitação na Câmara dos Deputados. “Ela é fundamental para o País”, disse Temer, lembrando que o déficit do sistema de aposentadorias neste ano beira os R$ 180 bilhões. Para 2018, pode chegar a R$ 205 bilhões.

Não é apenas a reforma da Previdência que acaba com privilégios. Medidas anunciadas nesta terça-feira (15) pelo governo pretendem, por exemplo, acabar com remunerações acima do teto salarial previsto na Constituição. “Formei uma boa equipe, 15 meses, e fizemos, volto a dizer, o que não se fez durante mais de 20 anos”, disse.

Fonte: Portal Planalto