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A cada seis meses, tropas militares se revezam na segurança do Planalto

Defesa

Batalhão da Guarda Presidencial e Regimento de Dragões da Independência têm a prerrogativa de fazer a guarda dos palácios oficiais. Cerimônia marca tradição iniciada no período imperial
publicado: 12/07/2017 18h49 última modificação: 12/07/2017 20h15
Valdênio Vieira/PR Militares são responsáveis pela segurança do Palácio do Planalto e outras residências presidenciais

Militares são responsáveis pela segurança do Palácio do Planalto e outras residências presidenciais

Cerimônia com tradição iniciada no período imperial, a troca de guarda do Palácio do Planalto e das residências oficiais ocorre a cada seis meses. Nesta quarta-feira (12), o Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) substituiu o 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (Regimento de Dragões da Independência) na função.

As duas tropas militares especiais fazem a segurança do Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Executivo Federal, além dos palácios da Alvorada e do Jaburu e da Granja do Torto. Eles são responsáveis também por funções cerimoniais, como a recepção de autoridades estrangeiras que visitam o Brasil.

Segundo o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, a cerimônia é um momento “muito significativo” da história nacional, de confluência de tradições e valores e fonte de inspiração para o futuro.

"Isso é um pedaço da história do Brasil. Nós trocamos aqui o regimento que acompanhava Dom Pedro, o regimento Dragões da Independência, no momento da Independência, o chamado grito do Ipiranga, por aquele batalhão no qual o próprio Duque de Caxias foi o porta-bandeira e que nós chamamos Batalhão do Imperador", explicou. 

Fonte: Portal Planalto