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União vai ampliar apoio aos estados para segurança pública

Segurança

A medida é um desdobramento do Plano Nacional de Segurança para reforçar as ações que já estão sendo executadas
por Portal Planalto publicado: 11/05/2017 22h05 última modificação: 12/05/2017 10h48
Alan Santos/PR Plano pretende combater o crime organizado e levar cidadania às comunidades

Plano pretende combater o crime organizado e levar cidadania às comunidades

A segurança pública no País será reforçada a partir de novas diretrizes estabelecidas por planejamento federal para a área. A proposta foi apresentada nesta quinta-feira (11) pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Westphalen Etchegoyen, ao presidente da República, Michel Temer.

A ideia é integrar ações de segurança entre a União, estados e municípios para solucionar problemas no setor. A atuação do Estado deve ser direcionada para garantir a aplicação da lei e também da cidadania da população.

O ministro destacou que os principais objetivos do plano são: combate ao homicídio e ao feminicídio, combate ao crime transfronteiriço, solução de crises e reforço nas penitenciárias do País. 

Segundo Etchegoyen, a medida é um desdobramento do Plano Nacional de Segurança lançado em janeiro. De acordo com o ministro, o objetivo é "dar segurança e prover a cidadania dessas comunidades carentes e consequentemente desprovidas de defesa, mais vulneráveis ao avanço da criminalidade".

O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário vai liderar as ações para assegurar recursos sociais da União aos estados. Já a estrutura de combate ao crime será coordenada pelo mesmo grupo que também atuou durante a Olimpíada no ano passado, formado pelos ministérios da Defesa, Justiça e da Segurança Institucional.

"Estrutura que deu certo na Olimpíada nós replicamos agora como modelo que já funcionou bem e funcionará de novo", afirmou o ministro.

O primeiro estado onde deve ser aplicado o reforço federal é o Rio de Janeiro. "Se trata de fazer um plano consistente, de longo prazo, que nos dê consequências duradouras e consistentes", ponderou.

Fonte: Portal Planalto