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"Poderosos" fazem campanha contra a reforma da Previdência, diz Temer

Economia

Em entrevista à Rede TV, presidente da República reforçou que as mudanças no sistema são necessárias para manter o pagamento dos benefícios no futuro
publicado: 05/05/2017 16h22 última modificação: 05/05/2017 16h28

O presidente da República, Michel Temer, destacou que as campanhas contrárias à reforma da Previdência são feitas por “poderosos”, e não pelos mais pobres. Em entrevista a jornalistas da RedeTV na noite desta quinta-feira (5), Temer reforçou que as mudanças são necessárias para garantir o pagamento dos benefícios no futuro.

"Então quem faz a campanha dos chamados ‘pobres’, na verdade, está fazendo a campanha dos poderosos. Porque são esses que têm capacidade de mobilização e de agitação”, afirmou o presidente. Temer ainda lembrou que a proposta equipara a aposentadoria de políticos e servidores com a Previdência geral para acabar com privilégios.

Para Temer, a não aprovação da reforma exige "sacrifícios" no futuro. “Se nós não fizermos a reforma da Previdência agora, daqui a quatro, cinco anos, será inevitável uma nova reforma e, desta feita, com sacrifício para os aposentados e para os servidores públicos”, disse.

Ele ainda lembrou que nenhum trabalhador terá uma aposentadoria menor que o salário mínimo. "No Brasil, na Previdência geral, na Previdência privada, 63% dos servidores, dos trabalhadores, ganham um salário mínimo. Portanto, a aposentadoria será integral. Não pode haver aposentadoria inferior ao salário mínimo", disse.

Ao fim da entrevista, o presidente afirmou que é preciso confiar no País e na superação da crise econômica e aproveitar a capacidade ociosa das empresas para diminuir o desemprego. “Nós temos que confiar no País, nós temos que acreditar que esta crise está sendo superada”, encerrou.

Fonte: Portal Planalto