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Para Temer, resgate histórico permite construção de um futuro melhor

Cultura

Presidente da República participa da abertura da exposição “Brasilis a Brasília”, que ocorre até 31 de maio no Palácio do Planalto
por Portal Planalto publicado: 10/05/2017 19h43 última modificação: 11/05/2017 14h26
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Alan Santos/PR Acompanhado de ministros, presidente visitou a exposição

Acompanhado de ministros, presidente visitou a exposição

O presidente da República, Michel Temer, ressaltou nesta quarta-feira (10) a necessidade de prestar homenagem ao passado como forma de construir um futuro melhor para todos os brasileiros. Ele participou da abertura da exposição “Brasilis a Brasília”, que conta com documentos históricos do Brasil, no Palácio do Planalto.

A exposição conta com quase 50 documentos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, Arquivo Público do Distrito Federal e da biblioteca do Palácio da Alvorada. Entre eles estão expostos a Lei Áurea, a primeira Constituição do Brasil, o juramento à Constituição de D. Pedro I e da princesa Leopoldina, o passaporte de Santos Dumont e a Lei do Ventre Livre.

“É importante recuperar a nossa história, rememorar os fatos da história brasileira porque eles nos mobilizam para, no presente, construir um futuro”, disse o presidente. Ao visitar a mostra, Temer ressaltou como a história brasileira procurou sempre uma pacificação entre todos os brasileiros.

Aberta até 31 de maio, a exposição “Brasilis a Brasília: Desenvolvimento, Liberdade e Patriotismo” é gratuita, com visitação de terça a sexta-feira (das 10h às 12h e das 14h às 17h) e aos sábados e domingos (das 10h às 16h). “A história brasileira sempre nos revela essa tentativa de união, de aliança em uma solidariedade entre todos os brasileiros”, afirmou Temer.

Criação de nação

Para o secretário executivo do Ministério da Cultura, João Batista de Andrade, o projeto poderá consolidar a sensação de pertencimento no brasileiro. “Saber que a gente faz parte de um processo de criação de uma nação. É fundamental que as pessoas vejam isso”, comentou.

“O brasileiro se pergunta muito. ‘O que nós somos?’ Há muito a ideia de divisão, de conflito, às vezes, radicalizado, grosseiro. Há uma quantidade de preconceito enorme, por falta de alguma coisa que nos unifique. Então, essa exposição tem uma função muito importante”, disse o secretário.

Fonte: Portal Planalto