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Governo brasileiro formaliza pedido para entrar na OCDE

Economia

Com sede em Paris, organização reúne as principais economias do mundo. Brasil tem relações bilaterais desde 1994
por Portal Planalto publicado: 30/05/2017 20h46 última modificação: 01/06/2017 11h41
Guilherme Britto/PR Porta-voz da Presidência da República confirmou o pedido do governo

Porta-voz da Presidência da República confirmou o pedido do governo

Após 23 anos de relações bilaterais, o Brasil solicitou formalmente a entrada na Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Econômica (OCDE). O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (30) pelo porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola. Com o pedido, o conselho da entidade vai analisar a inclusão do País na organização.

Parola ressaltou que em 2007 o Brasil foi convidado a um engajamento ampliado com a OCDE, justamente como mecanismo para estreitar a parceria com o órgão. Desde 1994, o País participa de atividades do órgão, além de acompanhar 23 comitês e grupos de trabalho. Além disso, o Brasil ainda acolheu 31 instrumentos jurídicos definidos pela organização.

“[O pedido] insere-se no marco dos esforços do governo brasileiro para consolidar o desenvolvimento sustentável e inclusivo, com a modernização da gestão e aproveitamento da larga experiência em políticas públicas comparadas da organização”, afirmou o porta-voz, em comunicado à imprensa. A OCDE tem sede em Paris e reúne nas principais economias do mundo entre seus 34 membros.

Parceria com a China

Durante o briefing, o porta-voz reforçou o lançamento de um fundo de investimentos em parceria com o governo chinês. O aporte chega a US$ 20 bilhões que serão direcionados para os setores de infraestrutura, manufatura e agronegócios. A previsão é que o fundo entre em operação a partir de junho.

"Trata-se de mecanismo inovador de financiamento, com acordo paritário na gestão, e que criará importantes oportunidades de diálogo e de aproximação entre o Brasil e a China", afirmou Parola.

Fonte: Portal Planalto

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Assunto(s): Economia, Política