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Temer: “pronta resposta” reverte decisão da Coreia do Sul sobre frango

Pecuária

Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores têm atuado para mostrar o rigor da fiscalização sanitária brasileira e a qualidade dos produtos exportados
publicado: 21/03/2017 11h53 última modificação: 21/03/2017 15h13

O presidente da República, Michel Temer, afirmou, nesta terça-feira (21), que a Coreia do Sul desistiu de suspender as importações da carne brasileira. Em encontro com empresários durante a Conferência das Cidades Latino-Americanas, Temer explicou como o funciona o sistema de fiscalização brasileiro e reforçou a qualidade do produto.

No seu discurso, Temer disse que o alarde sobre a qualidade da carne brasileira criou um “grande embaraço” à economia no País. No entanto, com a resposta imediata do governo, em especial dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Relações Exteriores, a situação começou a ser revertida.

Após a ação do governo, a Coreia do Sul, país importador de frango brasileiro, reviu sua decisão de suspender temporariamente a compra da proteína. “Exata e precisamente em função da pronta resposta das autoridades brasileiras. E, mais do que da pronta resposta, dos esclarecimentos mais do que cabais, mais do que integrais, em relação à realidade dos fatos”, disse.

Economia

Dados relativos à produção da proteína também foram destacadas pelo presidente. De acordo com Temer, a carne produzida aqui é exportada para 150 países. No total, o Brasil tem 4.383 plantas frigoríficas. Destas, apenas três tiveram as atividades suspensas devido à operação Carne Fraca e outros 18 são investigados.

Além de apresentar as medidas tomadas pelo governo para apurar as irregularidades e evitar prejuízos, Temer apresentou fatos que demonstram a retomada do crescimento e da economia do Brasil. Entre eles estão a geração de 35 mil vagas de emprego em fevereiro e melhora na classificação de risco do Brasil.

Segundo o presidente, os empresários podem investir com segurança no País, pois o “Brasil tem rumo” e “responsabilidade fiscal que está sendo levada adiante ao lado da responsabilidade social”.

Fonte: Portal Planalto