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Temer destaca importância das mulheres no exercício da cidadania

Dia Internacional da Mulher

No Dia Internacional da Mulher, governo lançou medidas na área de saúde e no combate à violência de gênero. Presidente reforçou importância da luta pela igualdade
publicado: 08/03/2017 20h02 última modificação: 09/03/2017 16h54

Em evento realizado no Palácio do Planalto para comemorar o Dia Internacional das Mulheres, o presidente da República, Michel Temer, afirmou que “a força motriz mais relevante do exercício da cidadania brasileira está nas mulheres”. Nesta quarta-feira (8), o governo federal apresentou medidas relacionadas à saúde e ao combate à violência contra mulheres.

Na cerimônia, o governo lançou as diretrizes para o parto humanizado e o anúncio de maior acesso ao Dispositivo Intra-Uterino (DIU) de cobre na rede pública. “Não foram apenas palavras, mas viram pelos gestos tomados pelo ministro da Saúde, que houve gestos concretos. Ou seja, gestos executivos pela a assinatura dos atos”, destacou Temer.

Em relação à gravidez, a política lançada pelo Ministério da Saúde entende o parto não só como um conjunto de procedimentos e técnicas, mas como um momento fundamental para a relação entre mãe e filho. Assim, a mulher passa a ser protagonista do seu parto.

Temer também anunciou a criação de um fundo para o combate à violência contra as mulheres e o fortalecimento do Ligue 180, canal direto de orientação sobre direitos e serviços públicos para a população feminina em todo o País. “Isso tudo é fruto do movimento das mulheres”, ressaltou.

Um dos pilares do Plano Nacional de Segurança, lembrou o presidente da República, é o combate ao assassinato e a todos os tipos de violência contra as mulheres. “No próprio Plano Nacional de Segurança Pública, um dos primeiros pilares é o combate ao feminicídio e a violência contra a mulher”, afirmou.

No seu discurso, o presidente da República ressaltou a importância da luta permanente pela igualdade na sociedade. “A mulher ainda é tratada como se fosse uma figura de segundo grau, quando na verdade, ela deve ocupar o primeiro grau em todas as sociedades”, comentou.

Durante o evento, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, também prestou homenagem às mulheres e reforçou sua preocupação especial com as negras. “É difícil ser mulher negra no País. Sou preta, pobre, da periferia, divorciada. Preocupa-me o racismo excludente para essas mulheres negras, que eu aqui também represento”, afirmou.

Fonte: Portal Planalto