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Crescimento econômico

Para líder do governo, reformas vão garantir retomada do crescimento

publicado: 21/03/2017 19h23, última modificação: 26/02/2018 12h28
Responsável pela articulação política na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) acredita que as medidas devem resultar na volta do emprego no País
Para líder do governo, reformas vão garantir retomada do crescimento

Para Ribeiro, medidas têm como objetivo a geração de empregos

Responsável pela articulação governista na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) vê as reformas econômicas apresentadas pelo governo como a forma de garantir a volta do emprego e do recuperação econômica. Em entrevista ao Portal Planalto, o deputado destacou a importância das medidas para a retomada do crescimento.

Nos últimos meses, o governo apresentou a proposta do teto de gastos públicos, que foi promulgado pelo Congresso Nacional no ano passado, além das reformas da Previdência e trabalhista, ainda em discussão pelos parlamentares. Também entraram em vigor medidas para estimular a microeconomia, como a liberação do saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“São medidas necessárias para alavancar a volta do emprego. Temos mais de 12 milhões de desempregados. Todas as medidas que o governo está concedendo são no sentido de devolver ao brasileiro o seu emprego”, apontou o líder.

As medidas econômicas do governo federal começaram a dar resultado. A inflação está em queda, cada vez mais próxima da meta de 4,5% perseguida pelo Banco Central, e a taxa de juros vem caindo nos últimos meses. A expectativa é que o País retome o crescimento ainda em 2017.

Compromissos

Diante da dura recessão enfrentada no País, o líder do governo destacou a retomada da condição do governo federal em honrar seus compromissos. “Equilíbrio fiscal é você ter o que ganha maior que o que gasta. No passado recente, o País perdeu essa condição”, afirmou.

“Todas essas reformas foram concebidas com a lógica de devolver ao País o equilíbrio fiscal. O País precisa exatamente se reequilibrar, por isso foi votada a proposta de emenda à Constituição (PEC) do teto dos gastos”, disse.

Previdência

De acordo com o líder governista na Câmara, a reforma nas regras previdenciárias é necessária para reequilibrar as contas do País e garantir “justiça social”. No ano passado, o Regime Geral da Previdência Social (RGPS) teve um rombo de R$ 149,7 bilhões. Para este ano, a projeção é que o déficit chegue a R$ 181 bilhões, caso o sistema seja mantido.

“Ela [reforma da Previdência] tem importância vital para o País. Temos, hoje, a necessidade de reformar a Previdência para que, inclusive, se garanta os pagamentos [no futuro]”, avaliou o deputado.

Fonte: Portal Planalto

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