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"O pior já passou", diz presidente da Amcham sobre a recessão no Brasil

Economia

Michel Temer participa nesta segunda (20) da posse do Conselho da Câmara Americana de Comércio, em São Paulo
por Portal Planalto publicado: 20/03/2017 09h20 última modificação: 20/03/2017 12h11
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Foto: Mário Miranda/Amcham Presidente do Conselho Administrativo da Amcham, Hélio Magalhães.

Presidente do Conselho Administrativo da Amcham, Hélio Magalhães.

Presidente reeleito do Conselho de Administração da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), Hélio Magalhães entende como essenciais as reformas apresentadas pelo governo federal para a retomada da economia. Na visão de Magalhães, que também preside o Citibank, é unânime, entre os empresários, que o pior da recessão já ficou para trás. "É unanimidade entre os empresários que o pior já passou", afirmou.

Com a presença do presidente da República, Michel Temer, Magalhães foi empossado para um novo mandato nesta segunda-feira (20). A Amcham é a maior câmara americana de comércio fora dos Estados Unidos da América. Fundada no Brasil há 98 anos, a associação reúne cerca de 5 mil empresas, sendo 85% delas brasileiras, e está presente em 14 cidades do País.

Em entrevista ao Portal Planalto, Magalhães vê as reformas em execução pelo presidente Temer como essenciais para a volta dos investimentos, especialmente em um cenário de longo prazo. “Acho que o governo tem um plano correto, muito bem articulado, e esse plano que o Brasil precisa executar para que a gente volte a ter um crescimento contínuo e crescente”, avaliou.

Para Magalhães, não há dúvidas a aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, esperada para este semestre, vai provocar uma mudança significativa sob ponto de vista dos investidores. “Há 12 meses, o interesse no Brasil sob o ponto de vista dos negócios era muito pequeno. Existiam incertezas, não estava claro qual caminho o País ia tomar”, disse o executivo.

Hoje, segundo ele, as empresas que possuem potencial de investimento no País estão acompanhando de perto os rumos da economia brasileira. “Eu não tenho dúvida, na hora que as coisas começam a melhorar o otimismo vêm. Esse otimismo se transforma em confiança e essa confiança faz com que as empresas invistam”, concluiu.

Fonte: Portal Planalto

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