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Aos novos ministros, Temer reforça missão de recolocar o Brasil no rumo

Recuperação

Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, presidente da República destacou os desafios que Osmar Serraglio e Aloysio Nunes terão pela frente
por Portal Planalto publicado: 07/03/2017 18h10 última modificação: 08/03/2017 14h29
Fotos: Beto Barata/PR Colaboração entre o Executivo e o Legislativo foi lembrada pelo presidente

Colaboração entre o Executivo e o Legislativo foi lembrada pelo presidente

O presidente da República, Michel Temer, reforçou, nesta terça-feira (7), que a principal tarefa do seu governo é recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento. Ao empossar os novos ministros da Justiça e Segurança Pública e das Relações Exteriores, Temer destacou os desafios que os novos integrantes do governo terão pela frente.

Na visão de Temer, a tarefa de recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento é enorme. "Mas enorme é também nossa vontade coletiva de acertar. Nós já demos passos importantes, e os resultados começam a aparecer. Vocês veem que na economia as coisas começam a respirar", afirmou.

Osmar Serraglio tomou posse no Ministério da Justiça e Segurança Pública no lugar de Alexandre de Moraes. Já Aloysio Nunes Ferreira substitui José Serra no Itamaraty. No discurso, Temer destacou que o ministro Serraglio terá, ao assumir a pasta da Justiça, o desafio da segurança pública no País e de questões que ultrapassam fronteiras e barreiras jurídicas.

Segundo o presidente, o governo está fazendo algo inédito pela segurança nacional: a liberação de R$ 900 milhões para a construção de cinco penitenciárias federais e 25 penitenciárias estaduais, valor superior ao investido de 2014 (R$ 45 milhões) e 2015 (R$ 54 milhões). Temer lembrou ainda o apoio da Força Nacional e das Forças Armadas na manutenção da lei e da ordem.

Ampliação

A missão de Aloysio Nunes à frente do Itamaraty consiste em continuar com o projeto de ampliação das relações internacionais do País e manter a tradição diplomática de defesa dos valores e dos interesses brasileiros.

“E o Aloysio vai, precisamente, fazer este papel no Ministério das Relações Exteriores fazendo aquilo que o [José] Serra começou, que é a universalização das nossas relações internacionais. Não vamos segmentá-las em nome de interesses desta ou daquela qualidade, mas vamos universalizar as nossas relações”, afirmou.

Congresso Nacional

A colaboração entre o Executivo e o Legislativo, com apoio do Judiciário e sem excesso de centralização, foi outro ponto lembrado por Temer. “Então nós fazemos isso na convicção de que nós fazemos um presidencialismo verdadeiro. Mas, se quiser, volto a chamá-lo de semiparlamentarismo sem nenhum problema, porque nós realmente trabalhamos juntos", afirmou.

Fonte: Portal Planalto