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Padilha: reforma da Previdência ajudará a recuperar o grau de investimento

Reforma da Previdência

Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, ministro-chefe da Casa Civil argumentou que o Brasil se tornou mais confiável para os investidores
por Portal Planalto publicado: 15/02/2017 20h03 última modificação: 17/02/2017 13h58
Antonio Cruz/Agência Brasil Ministro projeta que risco Brasil deve cair para cerca de 240 pontos com aprovação da reforma da Previdência

Ministro projeta que risco Brasil deve cair para cerca de 240 pontos com aprovação da reforma da Previdência

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou, nesta quarta-feira (15), que a reforma da Previdência ajudará o Brasil a recuperar o grau de investimento das agências internacionais. A fala do ministro ocorreu durante audiência pública na comissão especial da reforma da Previdência.

Padilha lembrou que o risco Brasil recuou para níveis próximos da época em que o País tinha o selo indicando maior segurança para investidores, entre 2008 e 2015. Depois de medidas em que levaram a deterioração das contas públicas, aumentou o índice que calcula as chances de ocorrer um calote da dívida pública, levando à perda do grau de investimento.

"Quando nós tínhamos grau de investimento, a média do Brasil era de 240 pontos”, lembrou. “Nós deveremos entrar em 240 pontos logo depois de a reforma da Previdência ser aprovada, se ela for aprovada”, projetou.

Na avaliação do ministro, depois da criação do teto de gastos e com a proposta de reforma da Previdência, o Brasil se tornou mais confiável e está mais próximo de ganhar avaliações positivas das agências de classificação de risco.

Medido em pontos, o risco Brasil chegou a bater perto dos 600 no seu pior momento. Agora, depois de mudanças estruturais nas contas públicas e da perspectiva de estabilização dos gastos e da dívida pública, essa pontuação caiu para baixo dos 300 pontos.

Mais confiança

Aos integrantes da comissão especial, Padilha classificou a reforma da Previdência como “absolutamente indispensável” para o equilíbrio das contas públicas no País. “Está crescendo a confiança no Brasil, e a reforma da Previdência já está precificada pelo mercado brasileiro”, afirmou.

Fonte: Portal Planalto