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Crescimento econômico terá "rumo definitivo" no segundo semestre, diz Temer

Economia

Em cerimônia no Palácio do Planalto, presidente da República anunciou mudanças para ampliar Minha Casa Minha Vida. Meta é construir 610 mil casas neste ano
por Portal Planalto publicado: 06/02/2017 18h18 última modificação: 07/02/2017 15h24
Foto: Beto Barata/PR Construção civil é um dos setores que mais pode empregar, afirmou presidente Temer

Construção civil é um dos setores que mais pode empregar, afirmou presidente Temer

O presidente da República, Michel Temer, afirmou, nesta segunda-feira (6), que, por conta das medidas econômicas tomadas pelo governo, o crescimento do País tomará um "rumo definitivo" a partir do segundo semestre. Mesma época que, segundo o presidente, o desemprego começará a cair no Brasil.

Junto a integrantes do primeiro escalão do governo, Temer anunciou mudanças no Minha Casa Minha Vida, que têm o objetivo de ampliar o acesso dos brasileiros ao programa habitacional e, ao mesmo tempo, gerar novos postos de trabalho.

"Não quero ser otimista demais (...), verificando que o crescimento começa suavemente agora e toma rumo definitivo no segundo semestre, sendo certo que no último trimestre deste ano seguramente nós teremos uma redução do desemprego", disse o presidente.

Responsabilidade social

A meta para este ano é contratar mais 610 mil unidades habitacionais de todas as faixas do programa. Temer vê o setor de construção civil como “peça-chave” para a economia do País. “O que vemos, hoje, é combinação virtuosa de estímulo ao setor com o fortalecimento de um programa social da maior relevância, o Minha Casa Minha Vida”, disse, ressaltando que o programa une a responsabilidade social e o apoio à iniciativa privada.

No seu discurso, Temer ressaltou que o governo federal vem ampliando o Minha Casa Minha Vida. Nesta linha, 28 mil unidades que estavam paralisadas desde 2015 tiveram as obras retomadas pela atual administração. “Quem é da construção civil sabe melhor do que ninguém: não se levanta uma casa sem bases sólidas. Nosso objetivo é deixar uma obra firme, que resista no futuro. Hoje, nesta cerimônia, avançamos mais um pouco, assentamos mais uma camada de tijolos nesta construção coletiva que é o nosso país”, declarou.

Segundo o Ministério das Cidades, em 2017, a faixa 1 do programa terá 170 mil contratações: 35 mil unidades na modalidade entidade rural; 35 mil na modalidade entidades urbanas e 100 mil no Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Para a faixa 1,5, a meta é de 40 mil e, para as Faixas 2 e 3, 400 mil. "As condições para a virada estão reunidas, basta que trabalhemos. O governo tem coerência, o povo tem força, e o Brasil tem rumo", afirmou.

Mudanças

Uma das medidas anunciadas foi o reajuste de 7,69%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), no perfil de renda das famílias beneficiárias das faixas 1,5, 2 e 3 do programa. Dessa forma, a faixa 1,5 passa de R$ 2.350 para R$ 2,6 mil; de R$ 3,6 mil para R$ 4 mil na faixa 2; e de R$ 6,5 mil para até R$ 9 mil na faixa 3.

Além disso, haverá reajuste também no valor do teto dos imóveis por localidade do programa, nas operações do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, o valor será ajustado de R$ 225 mil para R$ 240 mil.

Nas capitais das Regiões Nordeste e Norte, por exemplo, o teto aumentará de R$ 170 mil para R$ 180 mil. O último reajuste nessas operações foi realizado em 2015.

Fonte: Portal Planalto, com informações do Ministério das Cidades