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Presidente recebe representantes de movimentos sociais no Planalto

Comunicação

Representantes de todas as regiões estiveram presentes na reunião e entregaram carta com demandas ao Presidente
publicado: 03/02/2017 17h03 última modificação: 03/02/2017 17h03
Foto: Beto Barata/PR Objetivo é estabelecer um canal de comunicação mais próximo entre o governo federal e os movimentos

Objetivo é estabelecer um canal de comunicação mais próximo entre o governo federal e os movimentos

Representantes de movimentos sociais das cinco regiões do País entregaram nesta sexta-feira (3) uma carta com reivindicações e demandas da população ao presidente da República, Michel Temer. No documento, o grupo também sugeriu medidas para impulsionar a economia.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, também recebeu o documento e esteve presente na reunião. O objetivo é estabelecer um canal de comunicação mais próximo entre o governo federal e os movimentos sociais, para debate e construção conjunta de propostas.

“Agora, pela primeira vez, uma Presidência da República recebe os movimentos de rua que levam, verdadeiramente, as pessoas às ruas. E a gente quer abrir um canal de diálogo para que a gente possa trazer as pessoas do online, das ruas, e trazer as vozes deles aqui para dentro do governo”, afirmou Carla Zambelli, do Movimento NasRuas, da região Sudeste.

Sobre as reformas trabalhista, tributária e da Previdência, o grupo entende as mudanças como necessárias. Entretanto, alguns pontos propostos ainda precisam ser amplamente debatidos, disse Beatriz Kicis, fundadora do movimento Instituto Resgata Brasil, do Centro-Oeste.

“Nós queremos um estado eficiente acima de tudo e diminuição da carga tributária, que hoje está massacrando o Brasil, levando as empresas e os empresários para fora do Brasil, matando a nossa economia”, disse Kicis. “Nós achamos que agora, com um governo novo, é possível, principalmente sem medidas populistas.”

Ela lembrou que algumas medidas podem ser consideradas impopulares, mas são necessárias e foram defendidas pelos movimentos, como a emenda constitucional do teto de gastos.

De acordo com a porta-voz do grupo, Joice Hasselmann, uma vez que a ponte de comunicação estiver estabelecida com o governo, os grupos poderão trazer as pautas da população e discutir o apoio às mudanças propostas: “A gente vai pegar os ‘pitacos’ da população, o que eles estão comentando e conversando com a gente o tempo todo, e vai trazer a realidade lá de fora”.

Fonte: Portal Planalto