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Previdência é prioridade do governo no primeiro semestre, diz líder

Reforma da Previdência

André Moura (PSC-SE) afirmou que, por ser um tema de interesse geral, mudança no sistema de aposentadorias terá debate intenso na Câmara
por Portal Planalto publicado: 04/01/2017 20h05 última modificação: 05/01/2017 14h25
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Luis Macedo/Câmara dos Deputados André Moura se encontrou com o presidente Temer nesta quarta-feira

André Moura se encontrou com o presidente Temer nesta quarta-feira

A aprovação da reforma da Previdência no Congresso é a prioridade do governo federal no primeiro semestre. Em dezembro, a proposta de emenda à Constituição teve sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. No próximo mês, a expectativa é pelo início da discussão do mérito pelos deputados.

Após reunião com o presidente da República, Michel Temer, para discutir a pauta legislativa do ano, o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), projetou ao Portal Planalto um calendário para a aprovação da PEC. De acordo com o deputado, a articulação governista trabalha para o tema estar pronto para promulgação do Congresso até junho.

Para o líder, a reforma é um assunto de interesse geral e, por isso, vai precisar de um período maior de discussão na Câmara. “Essa é a orientação do presidente Temer, discutir a proposta com a participação da sociedade e das centrais dos trabalhadores para que todos tenham direito de trazer suas sugestões e que o relatório a ser produzido na comissão especial possa ser o mais adequado.”

Sistema

“A Previdência do País hoje, se não aprovarmos a sua reforma, vai falir, vai quebrar. Isso vai fazer com que as futuras gerações sejam penalizadas. Temos de estar preocupados com aqueles que já são aposentados e pensionistas e com aqueles que contribuem e que querem, no futuro, ter o direito também à sua aposentadoria garantida”, comentou Moura.

Moura disse que, com a reforma, o governo deve economizar R$ 1,3 trilhão nos próximos dez anos. “O Brasil hoje tem na Previdência a sua segunda maior despesa, exatamente para poder cobrir o rombo da Previdência. Esse recurso que é empregado hoje na Previdência faz com que o País tenha esse aporte que poderia perfeitamente ser disponibilizado para investimentos em outras áreas prioritárias, principalmente, as que priorizam a geração de emprego”, concluiu.

Fonte: Portal Planalto