Você está aqui: Página Inicial > Acompanhe o Planalto > Notícias > 2017 > 01 > Presidente vê efeitos positivos na redução dos juros pelo Banco Central

Notícia

Presidente vê efeitos positivos na redução dos juros pelo Banco Central

Economia

Para Michel Temer, atuação responsável da instituição financeira já instigou instituições financeiras a diminuir as taxas para os consumidores
por Portal Planalto publicado: 12/01/2017 19h55 última modificação: 16/01/2017 09h51
portal planalto
Foto: Beto Barata/PR Temer também destacou os investimentos do governo no sistema penitenciário

Temer também destacou os investimentos do governo no sistema penitenciário

O presidente da República, Michel Temer, citou, nesta quinta-feira (12), os efeitos positivos da redução da taxa básica de juros, a Selic. Ontem (11), o Banco Central reduziu a Selic de 13,75% ao ano para 13%, o maior corte determinado pela instituição financeira desde abril de 2012.

Em entrevista à imprensa, após a inauguração da Escola Municipal Professor Fued Temer, em Praia Grande (SP), Temer comentou o impacto da decisão do BC em cortar 0,75 ponto percentual da Selic. Ele ressaltou que a queda tem sido responsável e frequente, além de já estimular outras áreas a seguir o mesmo caminho.

“Há uma projeção no sentido de que os juros venham caindo paulatinamente, porém, responsavelmente. Isso, curioso, já teve repercussão no mercado financeiro. Vocês viram que os bancos já começaram a reduzir também as suas taxas de juros [para o consumidor]”, disse Temer em entrevista após inauguração de uma escola de ensino fundamental em Praia Grande (SP).

A queda da taxa básica de juros coincide com a desaceleração da inflação, que fechou 2016 em 6,29%, acrescentou o presidente. “Nós estamos nesse trabalho que tem dado resultados, somado, naturalmente, à questão da queda da inflação. Nós estamos, hoje, com 6,29%, portanto, abaixo do teto estimado”, afirmou.

Sistema penitenciário

Ao comentar os investimentos feitos pelo governo federal no sistema penitenciário, Temer destacou a construção de cinco presídios federais e o repasse de R$ 1,2 bilhão aos governos estaduais do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Neste ano, outros R$ 2,2 bilhões devem ser enviados aos estados, fechando um total de R$ 3,4 bilhões.

“Nós vivemos uma realidade, que é de insegurança, particularmente, no setor penitenciário. E, embora essa matéria das penitenciárias seja, fundamentalmente, uma matéria dos estados, você sabe que a União entrou nessa questão”, disse.

Fonte: Portal Planalto