Você está aqui: Página Inicial > Acompanhe o Planalto > Notícias > 2017 > 01 > Presidente do BC projeta meta de inflação próxima aos 3% no "longo prazo"

Notícia

Presidente do BC projeta meta de inflação próxima aos 3% no "longo prazo"

Meta da Inflação

Ilan Goldfajn, que participou de conferência com investidores junto com o presidente Michel Temer, ressaltou as medidas do governo para diminuir os juros do cartão de crédito
por Portal Planalto publicado: 31/01/2017 18h37 última modificação: 31/01/2017 18h37
portal planalto
José Cruz/Agência Brasil Ilan Goldfajn participou de evento com investidores em São Paulo

Ilan Goldfajn participou de evento com investidores em São Paulo

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, projetou nesta terça-feira (31) a queda da inflação do País ao ponto de, "no longo prazo", chegar à faixa de 3% ao ano, índice similar a outros países emergentes. Ele ressaltou, porém, que o objetivo no momento é cumprir meta prevista para 2017, de 4,5%.

“No longo prazo, nós vamos caminhar para uma meta compatível com outros países emergentes, que têm uma inflação perto de 3% (ao ano). Por enquanto, nós vamos perseguir a nossa meta, que é 4,5%”, disse durante conferência a investidores em São Paulo, que teve a participação do presidente da República, Michel Temer, que apresentou aos investidores índices que indicam a evolução positiva da economia no País.

Goldfajn disse também aos investidores que o Banco Central apresentou recentemente a agenda de trabalho BC+, com medidas organizadas em quatro pilares que buscam: aumentar a cidadania financeira, aprimorar o arcabouço legal que rege a atuação do Banco Central, aumentar a eficiência do sistema financeiro e reduzir o custo de crédito.

Microeconomia

Na sua participação, o presidente do Banco Central detalhou as medidas do governo para tornar o uso do cartão de crédito mais eficiente e barato. “Recentemente adotamos medidas que melhoram a concorrência, como a universalização do acesso, a legalização da prática de diferenciação dos preços – a depender do meio de pagamento utilizado – e a limitação do período máximo para o uso de crédito rotativo”, afirmou.

Para ele, consumidores que ficam muitos meses utilizando o crédito rotativo “não é bom para ninguém”. “Crédito rotativo é uma linha de emergência, e não uma linha para ficar todo o tempo”, comentou.

Fonte: Portal Planalto