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Incentivo à pesquisa revela que País está no caminho certo, diz Temer

Ciência e Tecnologia

Para o presidente da República, diminuição da burocracia vai estimular a inovação tecnológica e gerar empregos no País
por Portal Planalto publicado: 24/01/2017 20h12 última modificação: 24/04/2017 14h51
Foto: Marcos Corrêa/PR Presidente participou da reunião do Conselho Consultor do MCTIC

Presidente participou da reunião do Conselho Consultor do MCTIC

O presidente da República, Michel Temer, reforçou nesta terça-feira (24) a importância da inovação tecnológica e da proteção à pesquisa científica para o governo brasileiro. Ao participar da reunião do Conselho Consultivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Temer afirmou ser necessário diminuir a burocracia no setor para incentivar a inovação e a geração de empregos.

Durante o encontro, Temer fez um balanço sobre as medidas tomadas até agora pelo governo para retomar o crescimento econômico e o País. “O País está no caminho correto. Mas ele se torna mais correto na medida que prestigia a inovação tecnológica e a proteção à pesquisa”, afirmou.

No entanto, o presidente da República ressaltou ser necessário, assim como em outras áreas do governo, desburocratizar o setor e incentivar a pesquisa científica regionalmente. Segundo ele, essas medidas podem contribuir, inclusive, com a geração de empregos. “[A desburocratização] é fundamental. (...) E quero dizer aos governadores que o incentivo à pesquisa nos seus estados é fundamental”, disse.

Investimentos

Temer lembrou que a melhora do setor de ciência e tecnologia também passa pela eficiência na administração pública, além da distribuição de recursos. Após a reunião, o ministro do MCTIC, Gilberto Kassab, anunciou parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que destinará US$ 1,5 bilhão para pesquisas no País.

Nas últimas semanas, o governo federal repassou verbas para o MCTIC quitar restos a pagar, as despesas empenhadas em orçamentos dos anos anteriores, e as emendas parlamentares.

“Esses chamados restos a pagar datavam de 2007 e não vinham sendo cumpridos. Um prejuízo da administração em geral. Nesse brevíssimo tempo, nós não só pagamos todas as emendas parlamentares, sem embargo das dificuldades econômicas, como liquidamos todos os restos a pagar de 2007 para cá”, disse.

O presidente usou como exemplo o Ministério das Cidades, que quitou os débitos com empreiteiras que prestaram serviços no Programa Minha Casa Minha Vida. “Não há um débito sequem em relação ao Ministério das Cidades, o que me permite que, neste ano, nós vamos construir cerca de 500 mil novas casas, fruto exatamente da absoluta ausência de débito.”

Fonte: Portal Planalto