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Convênio vai injetar US$ 1,5 bi em pesquisas científicas no Brasil

Ciência e Tecnologia

Governo brasileiro, através do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, fechou acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento
por Portal Planalto publicado: 24/01/2017 17h19 última modificação: 24/01/2017 17h19
Foto: Marcos Corrêa/PR Presidente Michel Temer participou da reunião do Conselho Consultivo

Presidente Michel Temer participou da reunião do Conselho Consultivo

Um convênio do governo brasileiro com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vai injetar US$ 1,5 bilhão para o financiamento de pesquisas científicas no País. A informação foi confirmada nesta terça-feira pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, após reunião do Conselho Consultivo da pasta, em Brasília.

A reunião ocorreu na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e contou com a presença do presidente da República, Michel Temer. O valor será distribuído à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência vinculada ao MCTIC, ao longo de cinco anos. Do total de US$ 1,5 bilhão, US$ 310 milhões serão executados ainda em 2017.

“Esse investimento, ao lado das ações orçamentárias, nos permite avançar em diversas pesquisas que precisam de recursos”, disse Kassab. “São todas pesquisas muito importantes, no campo da infraestrutura, da segurança, da saúde, principalmente a continuidade das pesquisas no campo do zika vírus”, concluiu.

Dentre os programas com participação da Finep a serem apoiados com recursos do BID, estão o Plano de Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química (PADIQ) e o Inova Mineral (Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral). Uma iniciativa voltada para o setor de biocombustíveis avançados, em fase de estruturação, também contará com o apoio destes recursos.

Além do acordo com o BID, o governo federal pagou todos os projetos que estavam em restos a pagar, assim como adiantar os valores das bolsas de pesquisa no exterior até março deste ano. "Conseguimos executar no final do ano R$ 1,9 bilhão, que significa um avanço bastante significativo", afirmou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges. Na visão dele, 2017 começa em uma situação "bastante confortável" para o desenvolvimento de programas de pesquisa científica.

Fonte: Portal Planalto