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Direito dos trabalhadores está garantido, afirma sindicalista

Trabalho

Diretor da Nova Central Sindical, Luiz Gonzaga de Negreiros, elogiou iniciativa do governo de construir um diálogo em torno das propostas do Programa de Manutenção e Geração de Empregos
por Portal Planalto publicado: 22/12/2016 18h51 última modificação: 22/12/2016 18h51
Foto: Marcos Corrêa/PR Representante da Nova Central discursa em cerimônia no Palácio do Planalto

Representante da Nova Central discursa em cerimônia no Palácio do Planalto

O Programa de Manutenção e Geração de Empregos, anunciado nesta quinta-feira (22) pelo presidente Michel Temer, apresenta medidas que modernizam a legislação trabalhista brasileira. Em entrevista exclusiva ao Portal Planalto, o diretor parlamentar da Nova Central Sindical, Luiz Gonzaga de Negreiros, afirmou que os direitos dos trabalhadores estão preservados.

“As medidas anunciadas aqui hoje são importantíssimas para o Brasil, porque estamos modernizando sem que haja uma perda de direitos dos trabalhadores. Então a Nova Central e, nós, os sindicalistas, estamos inclusive vivendo um momento histórico porque o legado de Getúlio Vargas, que sempre garantiu o direito dos trabalhadores, não foi atingido, não foi desmontado, não foi diminuída a posição do trabalhador”, declarou.

O sindicalista ressaltou também a postura do governo de definir as medidas dialogando com entidades que representam os trabalhadores e também com representações dos empregadores.

“Essa proposta, o ministro [do Trabalho, Ronaldo Nogueira], dialogou com todas as centrais sindicais, com as confederações, com as representações dos trabalhadores. Foram várias mãos. Houve divergências, mas chegamos à convergência, como é natural em uma democracia. Enfim chegamos a esse ponto consensual e chegamos ao presidente Michel Temer com esse projeto”, disse.

Entre as medidas anunciadas estão o fortalecimento das negociações coletivas, que passam a ter força de lei, a representação sindical nas empresas, o fracionamento de férias em até três períodos e medidas de combate à informalidade, com o aumento de multas pelo não registro de trabalhadores.

Fonte: Portal Planalto