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Membros do Conselhão demonstram apoio às medidas do governo

CDES

PEC dos gastos, reformas trabalhista e previdenciária foram citadas como iniciativas necessárias para a retomada do crescimento
por Portal Planalto publicado: 21/11/2016 16h33 última modificação: 21/11/2016 16h40

Além de incentivar as pautas sociais, os membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social também demonstraram disposição para apoiar as pautas fiscais e econômicas do governo. Durante a apresentação feita na manhã desta segunda-feira (21), a importância de iniciativas como a PEC do teto dos gastos públicos, as reformas previdenciária e trabalhista foram ressaltadas pelos integrantes.

O presidente do Banco Itaú, Roberto Setubal, destacou que o governo do presidente Michel Temer apresentou um programa crível e realista para recuperar o País. Ele ressaltou, no entanto, a necessidade de se realizar as reformas para fortalecer o cenário econômico.

“Só retomar o crescimento não resolverá nossos problemas. Outras reformas terão de ser feitas para impulsionar o crescimento acima de 2% ao ano. Acredito que só o desenvolvimento econômico reduz a pobreza”, afirmou.

Outra preocupação dos membros do Conselhão é a desburocratização e a simplificação do regime tributário para destravar investimentos. O assunto foi levantado pelo presidente da Arko Advice, Murillo de Aragão, e pela presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano.

“A retomada vai permitir que se discuta temas urgentes como a desburocratização, a precariedade do sistema tributário, a precariedade dos direitos do contribuinte, a redução da hegemonia do Estado sobre a sociedade”, afirmou Aragão.

Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações, encerrou as discussões elogiando a capacidade do governo de “encarar a realidade”. “Com esse governo, voltou a esperança e está voltando a confiança. Não podemos deixar voltar a ilusão. Não podemos imaginar que vamos voltar a crescer em 2017 tudo aquilo que gostaríamos. Temos de parar de reclamar do governo e perguntar o que nós podemos fazer para o País. Nós temos de pensar Brasil.”

Fonte: Portal Planalto