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Governo lança campanha para intensificar combate ao Aedes

Saúde

Intenção é mostrar a importância de combater os focos do mosquito para evitar a transmissão de doenças
publicado: 24/11/2016 14h45 última modificação: 24/11/2016 15h10
Erasmo Salomão/MS Detalhes da campanha foram apresentados pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros

Detalhes da campanha foram apresentados pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros

O governo federal vai intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti no fim deste ano. Nesta quinta-feira (24), o Ministério da Saúde lançou a campanha “Um simples mosquito pode marcar uma vida  um simples gesto pode salvar” para conscientizar a população sobre as consequências das doenças causadas pela chikungunya, zika e dengue.

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a intenção da campanha é fortalecer a mensagem que é melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências depois.

“Nós estamos mostrando a consequência de não combater os focos do mosquito. São mães que perderam os filhos por dengue hemorrágica, que tiveram filhos com microcefalia, são trabalhadores que tiveram de se afastar da sua capacidade de produção por acometimento da chinkungunya”, afirmou.

A campanha será veiculada na TV, rádio, internet, redes sociais e espaços urbanos entre esta quinta (24) e 23 de dezembro. Ao todo, foram investidos R$ 10 milhões.

O Dia “D” será realizado em 2 de dezembro, quando haverá mobilizações em todo o País com a participação de todos os ministros. O Ministério da Saúde também irá incentivar ações nas escolas e nos ministérios para combater o Aedes.

Números

Os casos de dengue registraram uma queda de 5,5% em relação ao ano passado. Até 22 de outubro, foram confirmados 1.485.355 casos, enquanto no mesmo período de 2015, esse número era de 1.543.000.

Já a febre chikungunya atingiu 134.910 pessoas neste ano, contra 8.528 no ano passado. O aumento era previsto já que a doença é recente no País, o que deixa a população mais suscetível ao vírus.

Em relação ao zika, foram registrados 208.867 casos prováveis de doença provocada pelo vírus. A notificação compulsória dos casos começou em fevereiro deste ano.

Fonte: Portal Planalto 

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