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Notícia

Governo brasileiro retoma laços com países estratégicos

Seis meses de governo

Brasil fortaleceu laços com EUA, Japão, Argentina, Índia, Rússia e melhorou o posicionamento externo do País
por Portal Planalto publicado: 12/11/2016 11h16 última modificação: 12/11/2016 11h16

Em seis meses de governo de Michel Temer, o Brasil estreitou laços com países estratégicos, melhorou suas relações comerciais e estabeleceu parcerias importantes. Nesse período, o presidente da República teve encontros significativos com representantes do Estados Unidos, Japão e China.

As relações comerciais com a Argentina, um dos principais compradores dos produtos brasileiros, também evoluiu, e acordos e novas parcerias foram fechados e aprofundados.

Conheça os principais avanços internacionais do Brasil:

Japão e Rússia concedem acesso preferencial a produtos brasileiros:

No caso do Japão, 3.478 produtos brasileiros se tornaram elegíveis e podem ter tarifa preferencial que, em alguns casos, chega a 100% do imposto de importação do país asiático. Em relação à União Econômica Euroasiática, mais especificamente de Rússia, Bielorrússia e Cazaquistão, 3.725 linhas tarifárias estão contempladas e possibilitam uma redução de 25% do imposto de importação.

Mercosul e União Europeia retomam negociações:

Em outubro, ocorreu a primeira rodada de negociações desde 2012. A próxima rodada de negociações será em Buenos Aires (Argentina), em março de 2017.

Brasil e Suécia avançam em parceria estratégica:

Brasil e Suécia aprovaram um plano de trabalho para os próximos anos que envolve a transferência de tecnologia no Projeto Gripen. O País deve comprar 36 caças de fabricação sueca.

País fortalece parceria estratégica com o Japão:

Durante viagem ao país asiático, o presidente da República, Michel Temer, participou de encontros com empresários, de uma reunião de trabalho com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e foi recebido pelo imperador Akihito. Além disso, o governo brasileiro assinou um acordo na área de infraestrutura.

Brasil estreita laços comerciais com a Índia:

A expectativa do governo é de que, com acordos, comércio entre os dois países triplique. Em 2015, o intercâmbio comercial entre os dois países atingiu US$ 7,9 bilhões.

Brasil e EUA fecham acordo para venda de carne bovina in natura:

O acordo colocou a defesa sanitária dos dois países em equidade. Além do ganho financeiro, esse acordo é um reconhecimento da qualidade da defesa sanitária brasileira. A partir dele, o Brasil terá acesso a países que não têm sistema de defesa sanitária e que só aceitam os mesmos produtos que os EUA. A medida também favorece as negociações internacionais em andamento, considerando que os norte-americanos estão entre os mais rígidos do mundo na liberação de mercadorias.

Brasil assina acordo para ampliar em R$ 250 milhões vendas para a União Europeia:

O Brasil também tem avançado nas negociações com a União Europeia. Um acordo fechado recentemente pode ampliar em R$ 250 milhões as vendas brasileiras para o bloco. O documento foi assinado na Organização Mundial do Comércio (OMC) e permite a ampliação das vendas de alguns produtos agrícolas e animais. Segundo o Itamaraty, a intenção do governo é que os exportadores brasileiros se beneficiem do acordo comercial a partir do segundo semestre de 2016.

Brasil e Argentina renovam acordo automotivo por mais quatro anos:

Brasil e Argentina renovaram até 2020 o acordo automotivo entre os dois países, que venceria no dia 30 de junho. Governo manteve o sistema flex, que prevê que o Brasil poderá vender, com isenção de impostos, no máximo, US$ 1,5 para cada US$ 1 importado do país vizinho.

Brasil e Argentina assinam acordo que reduz em 35% o custo de certificados de origem:

Os dois países assinaram declaração conjunta orientando as áreas técnicas dos países a dar prosseguimento ao Projeto Piloto do Certificado de Origem Digital (COD). Projeto tem o objetivo de aprofundar o comércio bilateral e fomentar a integração entre Brasil e Argentina. Na mesma ocasião, foi assinado o Acordo de Cooperação em Facilitação de Comércio entre Brasil, Argentina e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Redução do custo de importação de 275 máquinas:

O governo reduziu alíquotas do Imposto de Importação para um total de 275 máquinas e equipamentos industriais sem fabricação no Brasil. Serão beneficiadas indústrias que vão ampliar a produção ou construir novas unidades, com investimentos totais que passam de US$ 791 milhões.

Brasil defende desburocratização para aumentar as exportações:

Governo estuda medidas para incentivar o aumento das exportações brasileiras e a volta do crescimento econômico do País. Entre as ações que estão sendo implementadas estão a identificação de mercados prioritários para a promoção comercial do setor e a eliminação de barreiras técnicas ao comércio exterior de serviços.

Fonte: Portal Planalto, com informações do Itamaraty, do Mdic e do Ministério da Agricultura