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Temer reúne ministros e base aliada em jantar no Alvorada

PEC 241

No encontro, os participantes fecharam os últimos detalhes para a votação da PEC 241, que cria um limite para a expansão dos gastos públicos
por Portal do Planalto publicado: 09/10/2016 21h52 última modificação: 10/10/2016 09h35
Beto Barata/PR Presidente Michel Temer e a senhora Marcela Temer recebem convidados para o jantar com a base aliada

Presidente Michel Temer e a senhora Marcela Temer recebem convidados para o jantar com a base aliada

O presidente da República, Michel Temer, reuniu-se neste domingo (9) com cerca de 300 parlamentares da base aliada. O jantar, que ocorreu no Palácio da Alvorada, fechou os últimos detalhes para a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que cria um limite para a expansão dos gastos públicos.

A proposta será colocada em votação na segunda-feira (10) e precisa de 308 votos para ser aprovada na Câmara e, em seguida, enviada para avaliação e votação no Senado.

Além de ministros e parlamentares, os economistas José Márcio Camargo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e Armando Castellar, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), estavam presentes e fizeram apresentações sobre a proposta.

“O ministro Geddel (Vieira Lima), da Secretaria de Governo, e a liderança do governo na Câmara dos Deputados estão trabalhando incessantemente todos os parlamentares da base do governo”, explicou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Votação da PEC 241

“Os 414 parlamentares da base do governo foram contatados e teremos bem mais que os 308 votos para aprovação da PEC”, calculou Padilha.

O ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, explicou que a PEC 241 traz disciplina fiscal para o País ao criar um limite para a expansão dos gastos do governo.

“É o primeiro passo para retomarmos a credibilidade, a confiança no governo e para retomarmos o crescimento e o investimento”, argumentou.

Melhora das expectativas

Segundo ele, só com a expectativa da PEC ser aprovada houve uma melhora das expectativas dos analistas e dos investidores em relação à economia. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB), observou Oliveira, melhoraram em 0,8 ponto percentual.

“É uma medida muito importante para reorganizar as contas públicas. É uma medida importante para permitir a retomada do crescimento”, afirmou.

Fonte: Portal do Planalto