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Temer defende atuação da CPLP na busca por emprego e prosperidade

Língua Portuguesa

Presidente da República assumiu presidência rotativa da Comunidade de Países de Língua Portuguesa
por Portal Planalto publicado: 31/10/2016 17h49 última modificação: 01/11/2016 10h24
Foto: Beto Barata/PR Brasil assume o lugar do Timor-Leste na presidência da comunidade para o próximo biênio

Brasil assume o lugar do Timor-Leste na presidência da comunidade para o próximo biênio

O presidente da República, Michel Temer, defendeu, nesta segunda-feira (31), que a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) trabalhe para garantir prosperidade, empregos e serviços públicos de qualidade à população de seus países membros. Ao assumir a presidência do grupo pelo biênio 2016-2018, Temer afirmou que a gestão brasileira vai priorizar a agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) para o desenvolvimento sustentável.

“Nossa gente quer prosperidade e empregos. Quer acesso a serviços públicos de qualidade. Quer legar um planeta viável para seus filhos e netos. É por esses objetivos que temos de trabalhar na CPLP”, disse Temer, durante seu discurso na sessão de abertura da Conferência de Chefes de Estado do grupo.

Ele destacou que os países de língua portuguesa possuem similaridades e que são caracterizados pela diversidade cultural. Nessa linha, o presidente defendeu que a diplomacia deve trabalhar pelos valores e interesses da sociedade. 

“Tenho dito que, ainda mais em democracias, a política externa deve estar a serviço dos valores e dos interesses da sociedade. Pois nossa visão sobre a CPLP não poderia apontar em outra direção”, afirmou. Na abertura da conferência, o Brasil assumiu a presidência rotativa da CPLP para o próximo biênio.

ONU

Temer comemorou a eleição do português António Guterres para o cargo de secretário-geral da ONU, a quem convidou para compor a mesa da abertura do evento.

“Suas palavras conciliam um necessário realismo com o imperativo de promover transformações em um mundo de continuadas incertezas e de prolongados conflitos. Mais do que nunca, precisamos desse equilíbrio”, afirmou.

Fonte: Portal Planalto