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Controle de gastos

Queremos que o Estado tire o mínimo possível do bolso do cidadão, diz Padilha

publicado: 24/10/2016 20h06, última modificação: 26/02/2018 12h28
Ministro-chefe da Casa Civil espera “votação expressiva” para confirmar a aprovação da PEC 241 em segundo turno, pelo plenário da Câmara dos Deputados
Queremos que o Estado tire o mínimo possível do bolso do cidadão, diz Padilha

O ministro Eliseu Padilha acredita que a aprovação da PEC protege o bolso do cidadão brasileiro. - Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A aprovação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 pela Câmara dos Deputados foi uma demonstração de que o Congresso “valoriza o dinheiro do cidadão”. A afirmação é do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que disse esperar “votação expressiva” pela aprovação da proposta na votação em segundo turno, prevista para ocorrer esta terça-feira (25), no plenário da Câmara dos Deputados.

“Não existe dinheiro público. Todo o dinheiro que o Estado venha a manejar sai do bolso do cidadão, ele sai como imposto ou sai como empréstimo. Portanto, cada má dotação que se faça do Orçamento vai replicar no bolso do cidadão”, disse Padilha, em entrevista ao Portal do Planalto.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, aprovada em 1º turno na Câmara dos Deputados, busca conter o crescimento das despesas, que subiram uma média de 6% ao ano acima da inflação nos últimos anos. Eliseu Padilha espera que os deputados confirmem a proposta em uma “votação expressiva” amanhã.

“Queremos apenas fazer com que o Brasil gaste aquilo que arrecada, tome do bolso do cidadão o mínimo possível e faça a entrega de serviços públicos que são indispensáveis para caracterizar a eficiência do Estado. Essa é a meta do presidente Michel Temer e é isso que nós vamos pedir ao Congresso Nacional, que confirme com uma votação ainda mais expressiva do que foi no primeiro turno”, afirmou.