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PEC que limita os gastos públicos preservará saúde e educação, diz Temer

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Em entrevista à rádio Estadão, o presidente defendeu a PEC que limita os gastos públicos e afirmou que as áreas sociais indispensáveis para o País serão preservadas
por Portal Planalto publicado: 10/10/2016 12h44 última modificação: 14/10/2016 17h39
Foto: Beto Barata/PR Em entrevista,Temer explica que o limite para os gastos é global e necessário ao País

Em entrevista,Temer explica que o limite para os gastos é global e necessário ao País

O presidente da República, Michel Temer, disse, nesta segunda-feira (10), em entrevista à rádio Estadão, que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um limite para a expansão dos gastos públicos preservará áreas sociais indispensáveis para o País, como saúde e educação.

“Em primeiro lugar, eu registro que o teto não é para a saúde, para a educação ou para a cultura. O teto é global”, disse Temer. “É evidente que, tal como fizemos este ano, quando formos formalizar qualquer proposta de orçamento, talvez tenhamos de tirar de obras públicas ou de alguns setores para compensar sempre saúde e educação”, explicou.

Para o presidente, a expectativa é positiva para a votação de hoje no plenário da Câmara dos Deputados. “Se obtiver os 308 votos necessários para aprovar uma emenda constitucional, nós já estamos satisfeitíssimos. O País em primeiro lugar.”

Temer disse que, após a aprovação da PEC, o governo apresentará a reforma da Previdência. Segundo ele, a proposta ainda está sendo discutida. “Vou chamar as centrais sindicais, os setores da sociedade, os líderes da Câmara e do Senado. Vou conversar com todos para formatar em definitivo a reforma da Previdência, dizer o que vamos fazer.”

Ele disse, inclusive, que pretende dialogar com movimentos que fazem oposição ao governo como forma de alcançar a pacificação nacional. “Nós não governamos para uma área só da sociedade. Nós governamos para toda sociedade brasileira. (...) Conversar, dialogar, asfaltar o caminho é uma coisa fundamental para a tese da unidade, da reunificação, da pacificação. O que não dá mais é para os brasileiros ficarem divididos.”

Fonte: Portal Planalto
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