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Ministro acredita em oportunidades para a indústria nacional com pré-sal

Rio Oil & Gas

Para o titular do Ministério de Minas e Energia, medidas recentes do governo têm beneficiado as empresas estatais
publicado: 24/10/2016 17h11 última modificação: 24/10/2016 17h18
Foto: Beto Barata/PR Ministro e demais autoridades participaram da abertura do evento ao lado do presidente Michel Temer

Ministro e demais autoridades participaram da abertura do evento ao lado do presidente Michel Temer

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou na manhã desta segunda-feira (24) que o fim da obrigatoriedade da Petrobras estar em todos os consórcios de exploração do pré-sal será "uma grande oportunidade para a indústria nacional". Coelho Filho defendeu o projeto de lei que está em fase final de tramitação na Câmara dos Deputados durante a abertura do Rio Oil & Gas 2016, no Rio de Janeiro.

"Essa lei do operador único do pré-sal é uma grande oportunidade para a indústria nacional. Serão essas mudanças que vão permitir que as empresas brasileiras deixem de ser apenas fornecedores nacionais para que possam num futuro muito em breve serem fornecedoras mundiais", disse. Além de desobrigar a estatal a participar de todos os consórcios, o projeto também tira a exigência de a petrolífera ser a operadora dos grupos.

No discurso, o ministro ainda destacou que é preciso discutir com maturidade sobre os esforços necessários para atrair investimentos ao Brasil na área de petróleo e gás. Ele ainda reforçou que as medidas anunciadas pelo governo, como o projeto de responsabilidade das estatais, valorizaram as empresas estatais e contribuíram para aumentar o nível de confiança na economia do País.

"Esse novo momento que o País vive e essa devida separação do público e do privado nos trouxe até este momento. E não por acaso as empresas que mais recuperaram nesses seis meses e ao longo de 2016 foram a Petrobras, a Eletrobras, o Banco do Brasil. Tudo isso pautado sobre decisões empresariais buscando o melhor interesse das próprias companhias. Temos reservas extraordinárias, temos um potencial enorme de poder atrair o capital nacional e o capital estrangeiro para essa indústria."

Indicação

Durante a cerimônia, Coelho Filho anunciou que Décio Oddone será indicado para o cargo de diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), após o término do mandato de Magda Chambriard. Atualmente, Oddone, que tem passagem pela Petrobras, é diretor de Óleo e Gás da Prumo. Para ser nomeado, a indicação dele precisa passar por uma sabatina do Senado Federal.

Fonte: Portal Planalto