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Jungmann: poderes terão estratégias integradas na segurança pública

Segurança Pública

Ministro da Defesa participou da reunião sobre criminalidade com o presidente da República, Michel Temer, e representantes do Legislativo e do Judiciário
por Portal Planalto publicado: 28/10/2016 16h41 última modificação: 31/10/2016 10h41
Foto: Beto Barata/PR Membros dos três poderes da República participaram da reunião no Palácio do Itamaraty

Membros dos três poderes da República participaram da reunião no Palácio do Itamaraty

Os três poderes da República vão adotar estratégias integradas para melhorar a segurança pública no País. Durante reunião no Palácio do Itamaraty nesta sexta-feira (28), representantes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário debateram o tema e decidiram criar grupos de trabalho para criar ações específicas. Os governadores também devem ser convidados a participar de novos encontros.

Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, a reunião teve contribuição de todos os participantes. Houve uma explanação inicial do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que apresentou suas sugestões de prioridades para a segurança pública. “As propostas que foram levadas pelo ministro da Justiça é de nos concentrarmos nos homicídios dolosos e naqueles que ocorrem contra as mulheres, além de ampliar a segurança das fronteiras”, afirmou Jungmann.

De acordo com o relato do ministro da Defesa, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármem Lúcia, falou sobre a necessidade de o Brasil ter um banco de dados fidedignos sobre criminalidade, sistema prisional e justiça para que fosse possível desenvolver políticas com base em dados reais.

Outra sugestão, desta vez do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi da criação de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar campanhas eleitorais financiadas por criminosos na eleição deste ano.

Jungmann relatou ainda que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sugeriu que o País feche acordos no âmbito do Mercosul para a busca e prisão de criminosos dentro das fronteiras dos países que formam o bloco.

Fonte: Portal Planalto