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União de setores público e privado é necessária para País avançar, diz líder empresarial

Retomada do crescimento

Presidente do Movimento Brasil Competitivo, Cláudio Gastal, também classificou o ajuste fiscal como necessário para retomada do crescimento no País
por Portal Planalto publicado: 21/09/2016 17h27 última modificação: 21/09/2016 17h42
Foto: Marcelo Vasconcelos Presidente do Movimento Brasil Competitivo, Cláudio Gastal, durante o 14º Congresso Brasil Competitivo, em São Paulo

Presidente do Movimento Brasil Competitivo, Cláudio Gastal, durante o 14º Congresso Brasil Competitivo, em São Paulo

Em encontro com líderes empresariais e representantes da administração pública, nesta quarta-feira (21), durante o 14º Congresso Brasil Competitivo, em São Paulo, o presidente executivo do Movimento Brasil Competitivo, Cláudio Gastal, afirmou ser fundamental a união entre setor público, iniciativa privada e sociedade civil para que o País possa enfrentar seus desafios. 

“A ideia deste encontro é promover o debate e apresentar propostas para o enfrentamento de problemas comuns a todos os setores da sociedade”, diz Gastal. “E não tem como buscar o avanço do País e enfrentar os desafios sem estar juntos os setores privado e público – Legislativo e Executivo – e a sociedade civil organizada, que é o que o MBC procura fazer junto ao setor empresarial”, ressalta.

O encontro, que tem como tema “Rota para o Futuro: o novo Estado”, conta com a presença do presidente em exercício, Rodrigo Maia, que participa do evento no painel “A retomada do crescimento: agenda legislativa e reforma do Estado”.

Retomada do crescimento

Um dos caminhos que o MBC considera como necessário para o País avançar e retomar o crescimento da economia é a aprovação das medidas do ajuste fiscal do governo federal. “O ajuste fiscal é inexorável, é necessário. Ele não é um fim em si mesmo, mas é uma etapa que devemos vencer em sociedade”, afirma Gastal.

Segundo o empresário, o ajuste fiscal lançará as bases para outras medidas que também estão sendo colocadas em prática pelo governo. A primeira, o investimento em infraestrutura, objeto do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A segunda, a pauta de exportações. “Para isso, a gente tem de ter uma previsibilidade dos mercados internos. E o ajuste fiscal é fundamental”, declara.

Fonte: Portal Planalto