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Rodrigo Maia pede "menos discurso e mais objetividade" na aprovação do ajuste fiscal

PEC 241

Em evento, presidente da República em exercício destacou a importância da aprovação das medidas de ajuste fiscal para a recuperação da economia brasileira
por Portal Planalto publicado: 19/09/2016 13h35 última modificação: 08/05/2017 18h19
Foto: Divulgação/ ACSP Expectativa do presidente em exercício é votar a PEC 241 na primeira semana de novembro

Expectativa do presidente em exercício é votar a PEC 241 na primeira semana de novembro

Durante discurso na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira (19), o presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, destacou a importância da aprovação das medidas de ajuste fiscal para a recuperação da economia brasileira, principalmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que cria um limite para a expansão dos gastos públicos. O presidente pediu “menos discurso e mais objetividade e coragem” no trâmite dos projetos.

Para Maia, o sucesso do ajuste fiscal passa pelo diálogo com a sociedade. “Se não mostrarmos à sociedade de forma bem objetiva qual o impacto da não votação da reforma fiscal, certamente não seremos vitoriosos nos próximos meses e nos próximos anos. (...) vai impactar no nível de endividamento público, na inflação, na taxa de juros, na falta de investimento.”

A expectativa do presidente em exercício é votar a PEC na segunda quinzena de outubro e, assim, encaminhar ao Senado Federal. “É importante que todos tenhamos essa compreensão. A aprovação vai garantir os recursos para saúde, educação e previdência”, disse.

Maia afirmou que o objetivo do governo é chegar em 2018 com a economia organizada e recuperada e com a relação entre os poderes mais harmonizada. “A minha agenda é a agenda do governo porque eu acredito nela”, declarou. “ Se a minha passagem pela presidência da Câmara tiver apenas a aprovação da PEC e mais nada, ficarei satisfeito”, concluiu.

Na reunião, Maia representou o presidente Michel Temer, que está nos Estados Unidos para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Portal Planalto