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Presidente Temer nega perda de direitos trabalhistas

Mercado de trabalho

Michel Temer diz que proposta prevê expediente em apenas quatro dias por semana, totalizando 48 horas semanais – sendo 44 normais e quatro horas extras
por Portal Planalto publicado: 14/09/2016 18h54 última modificação: 15/09/2016 15h10
Foto: Alexandre Silva/PR No vídeo, o presidente Temer esclarece o boato sobre a falsa afirmação de que o governo estaria estudando elevar de 8 horas diárias para 12 horas diárias

No vídeo, o presidente Temer esclarece o boato sobre a falsa afirmação de que o governo estaria estudando elevar de 8 horas diárias para 12 horas diárias

Em vídeo publicado no Portal Planalto nesta quarta-feira (14), o presidente da República, Michel Temer, negou boatos sobre uma suposta perda de direitos pelo trabalhador em uma possível reforma trabalhista ainda estudo pelo governo federal.

No vídeo, o presidente Temer nega que o governo estaria estudando elevar a jornada de trabalho de 8 horas para 12 horas diárias, sete dias por semana – o que equivaleriam a 60 horas de trabalhos semanais, em jornadas de segunda a sexta-feira, ou 72 horas semanais, em jornadas de segunda a sábado.

Na mensagem, Temer tacha esses boatos de “falsos e equivocados”.

“Na verdade, a única coisa que se verificou foi o seguinte: o ministro do Trabalho [Ronaldo Nogueira], conversando com alguns sindicalistas, levantou a hipótese, o caso de dizer o seguinte: ‘talvez o trabalhador, se quisesse trabalhar 12 horas por dia, ele trabalharia apenas quatro dias por semana, somando, portanto, 48 horas – 44 normais e ainda quatro horas extras”, explicou o presidente.

No vídeo, o presidente da República afirma que não irá permitir que tais boatos “prosperem”. “Eu deixo claríssimo para você. Essa matéria foi apenas discutida e nada mais do que discutida. Se um dia for, digamos assim, acolhida pela força dos trabalhadores, será para que o trabalhador trabalhe apenas quatro dias, e não 12 horas por dia, durante sete dias”, frisou.