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Dyogo: Orçamento 2017 marca nova era para a gestão fiscal

Controle fiscal

Ministro do Planejamento afirma que contas públicas serão regidas pela busca do cumprimento de resultados previstos
por Portal Planalto publicado: 05/09/2016 17h02 última modificação: 05/09/2016 17h29
Wilson Dias/Agência Brasil Oliveira explicou que mudança na gestão fiscal vai gerar credibilidade, retorno dos investimentos e do crescimento

Oliveira explicou que mudança na gestão fiscal vai gerar credibilidade, retorno dos investimentos e do crescimento

O ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, acredita que o Orçamento de 2017 marcará uma nova era para a gestão fiscal no Brasil. O documento, diz Dyogo, deixa claro que, a partir de agora,  as contas públicas serão regidas pelo controle da despesa e pela transparência.

Para Oliveira, a proposta orçamentária encaminhada ao Congresso Nacional na semana passada mostra que o governo está "comprometido com a busca incessante pelo cumprimento dos resultados previstos.

“É um comprometimento sério, transparente, objetivo e que estamos adotando a respeito da gestão fiscal no País, e isso trará grandes benefícios para a sociedade”, reforça, em entrevista ao Portal Planalto.

Ele acredita que, a partir do reconhecimento pelos agentes econômicos de que o governo tem esse comprometimento fiscal, haverá uma revisão das expectativas e um aumento da confiança no País.

“Haverá crescimento da credibilidade e, ao fim e que mais nos interessa, a retomada do crescimento, dos investimentos e dos empregos”, projeta o ministro, que conclui: “Essa é uma mudança relevante e importante”.

Orçamento 2017

O governo apresentou na última quarta-feira (31) o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2017, documento que prevê despesas de R$ 1,316 trilhão. O projeto traz ainda a meta fiscal para o próximo ano e deixa claro como se dará a reorganização das contas públicas.

Pelo documento, o governo central, que é formado por Tesouro Nacional, pelo Banco Central e pelo INSS, trabalhará para que o déficit primário não ultrapasse R$ 139 bilhões.

Meta fiscal

Somando as metas para o resultado fiscal de Estados e municípios e de empresas estatais, o objetivo total a ser perseguido é de que o déficit não ultrapasse os R$ 143,1 bilhões.

A previsão do governo, no entanto, é de que esse valor recue gradualmente até 2019, quando o País voltaria a registrar superávit primário.

Fonte: Portal Planalto, com informações do Ministério do Planejamento