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Na ONU, Temer discutirá solidariedade e desenvolvimento econômico

Brasil na OnU

Em entrevista à Rádio ONU, o presidente destacou a tradição do Brasil no acolhimento a refugiados e na proteção dos direitos humanos
por Portal Planalto publicado: 19/09/2016 21h07 última modificação: 20/09/2016 10h33
Foto: Beto Barata/PR Nesta terça-feira (20), o presidente Michel Temer será o primeiro líder a discursar na 71ª Assembleia Geral da ONU

Nesta terça-feira (20), o presidente Michel Temer será o primeiro líder a discursar na 71ª Assembleia Geral da ONU

Em entrevista à Rádio ONU, em Nova York, o presidente da República, Michel Temer, falou nesta segunda-feira (19) sobre como o Brasil pode ajudar os refugiados. Ao ser questionado sobre o caso específico da Síria, Michel Temer salientou que o Brasil já recebeu cerca de 2.300 refugiados sírios e que o País já concedeu abertura extraordinária a refugiados de várias partes do mundo.

Temer ressaltou, ainda, a importância dos imigrantes, que geraram e ajudaram no desenvolvimento do país. "Nós estamos incentivando muito isto, estamos abertos para isso. Aliás, o Brasil foi o país que se fez precisamente à custa dos imigrantes. Os imigrantes é que geraram e ajudaram no desenvolvimento do nosso país. Então, no Brasil isto é inteiramente aberto", afirmou.

Discurso de abertura

O presidente Temer disse que a questão dos refugiados será um dos temas abordados em seu discurso na abertura da 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas nesta terça-feira (20). "Basicamente vou enfatizar a questão dos refugiados, dos direitos humanos, dos avanços sociais no Brasil, a solidariedade entre os povos". 

De acordo com ele, o Brasil vai propor também que a ONU seja proativa e que adote medidas para implementar as propostas discutidas e apresentadas no evento. “Não basta que fiquemos apenas aqui nos salões do prédio da Assembleia Geral, mas, como digo lá no discurso, que nós possamos ir a Cabul, ir às ruínas de Alepo, ir a Paris e fazer a presença da ONU”, destacou.

Michel Temer afirmou que, além das questões internacionais, vai destacar as medidas econômicas adotadas nos últimos meses do seu governo e os resultados positivos que já podem ser vistos, como a retomada da confiança no País.