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Governo investe R$ 67,3 mi na preparação dos paratletas

Rio 2016

Investimento proporcionou o treinamento de atletas no Brasil e no exterior, além da participação em competições internacionais
por Portal Planalto publicado: 07/09/2016 11h36 última modificação: 09/09/2016 09h14
Cezar Loureiro/CPB Desde 2010, foram firmados 17 convênios entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro

Desde 2010, foram firmados 17 convênios entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro

O presidente Temer vai participar, nesta quarta-feira (7), da abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Nesta edição, a delegação brasileira pretende terminar as competições entre os cinco melhores no quadro geral de medalhas. Para isso, o governo federal investiu R$ 67,3 milhões na preparação dos atletas.

Durante o ciclo paralímpico de 2016, a preparação das seleções paralímpicas permanentes contou com apoio financeiro do governo federal em diversas modalidades  atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, rúgbi em cadeira de rodas, tiro esportivo, vela e voleibol sentado.

Desde 2010, foram firmados 17 convênios entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O investimento proporcionou o treinamento de atletas no Brasil e no exterior, além da participação em competições internacionais.

Segundo o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, os paratletas fizeram a melhor preparação da história: “Está todo mundo querendo mostrar serviço, conquistar esse quinto lugar. Isso é muito bacana. Não são 22 times, é uma equipe só, que é o Brasil, e todos focados nesse mesmo objetivo”, disse em entrevista concedida ao Portal Planalto.

A fase final de preparação foi realizada no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro. O complexo na capital paulista é o maior do mundo em número de modalidades contempladas: são 15, no total. O equipamento é o principal legado dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 para a infraestrutura dos esportes adaptados.

“O primeiro legado é demonstrar que as pessoas com algum tipo de deficiência podem ser independentes. E esses atletas demonstram isso muito bem. Que elas têm que ser cada vez mais incluídas ao cotidiano das cidades, das atividades tanto de trabalho quanto esportivas”, disse o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, em conversa com o Portal Planalto.

O centro, um dos principais da Rede Nacional de Treinamento, conta com 86 alojamentos, capazes de receber entre 280 e 300 pessoas, e áreas para o treinamento de 15 modalidades paralímpicas. A unidade está dividida em 11 setores que englobam áreas esportivas de treinamento, hotel, centro de convenções, laboratórios, condicionamento físico e fisioterapia.

O centro de treinamento recebeu investimento de R$ 187 milhões do Ministério do Esporte e R$ 115 milhões do governo de São Paulo. Dos recursos do governo federal, R$ 167 milhões foram para a construção e outros R$ 20 milhões para a equipagem. O CT é o principal centro de excelência da América Latina e está sob a gestão do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Fonte: Portal Planalto