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Estabilidade política já atrai confiança do mercado, diz diretor da OMC

Relações Internacionais

Roberto Azêvedo destacou que OMC ampliará diálogo com o Brasil para ajudar o País a retomar o crescimento
por Portal Planalto publicado: 03/09/2016 12h41 última modificação: 09/09/2016 17h23
Foto: Beto Barata/PR Temer e Azevêdo debateram assuntos de interesse do Brasil no âmbito do comércio internacional

Temer e Azevêdo debateram assuntos de interesse do Brasil no âmbito do comércio internacional

Em entrevista à imprensa após encontro com o presidente Michel Temer neste sábado (3), em Hangzhou, na China, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou que já é perceptível uma maior confiança do mercado em relação à economia brasileira em consequência da “estabilidade política que vai se retomando”.

Durante o encontro, Temer e Azevêdo debateram assuntos de interesse do Brasil no âmbito do comércio internacional, principalmente nas áreas agrícola, sanitária, fitossanitária, comércio digital, e inclusão de pequenas e médias empresas.

“É o momento de retomar o crescimento com as medidas que estão sendo adotadas pelo governo brasileiro. Os próprios números já demonstram que o mercado está reagindo de maneira mais favorável, as perspectivas de crescimento já são mais óbvias”, declarou Azevêdo.

O diretor da OMC afirmou também que pretende aprofundar as conversas e a parceria da Organização com o governo brasileiro para ajudar o País a se integrar, cada vez mais, na economia mundial, com foco no crescimento econômico e no desenvolvimento social.

Pautas brasileiras

O ministro das Relações Exteriores, José Serra, presente no encontro, salientou que o governo apresentou uma pauta das condições que considera necessárias para serem discutidas na OMC. A primeira delas envolve o fortalecimento do mecanismo de solução de controvérsias, que tem como objetivo impedir que países adotem práticas contrárias ao livre comércio. 

O Brasil também reivindicou que a Organização atue no combate à concessão de subsídios agrícolas, no desenvolvimento de uma política de homogeneização das barreiras não tarifárias em escala mundial; na ampliação do comércio eletrônico também com ênfase nos negócios das micro e pequenas empresas.

Fonte: Portal Planalto